Experiências de professoras/es LGBTQIA+ dentro de uma escola

dc.creatorPaulo Henrique de Queiroz Nogueira
dc.creatorThales Amaral Dos Santos
dc.creatorWesley Frank da Silva Oliveira
dc.date.accessioned2024-05-07T20:48:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:06:55Z
dc.date.available2024-05-07T20:48:55Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractAn LGBTQIA + person can go through school with his/her sexual orientation invisibly, or rather, with the people around him/her expecting him/her to be a heterosexual person, as this is the standard set. It is a position that possibly avoids the negative effects of assuming oneself, such as the physical and verbal violence of everyday life. However, on the other hand, it brings a stressful routine to the teacher, and as social relations at school deepen, more and more effort is spent to make his/her sexual orientation invisible, in addition to losing an important opportunity to deal with the topic at school. In this article, we do not envisage broadening the debate on sexual orientations, but showing how, for whom and at what moments educators negotiate their sexual orientation and become public in the school environment, through interviews with LGBTQIA + educators from a school.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2178-7654
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68126
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPergaminho
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subjectSexualidade
dc.subjectViolência escolar
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherSexualidade
dc.subject.otherViolência escolar
dc.titleExperiências de professoras/es LGBTQIA+ dentro de uma escola
dc.title.alternativeExperiences of LGBTQIA + teachers within a school
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage79
local.citation.spage65
local.citation.volume11
local.description.resumoUma pessoa LGBTQIA+ pode passar pela escola com sua orientação sexual de forma invisível, ou melhor, com as pessoas ao redor esperando que ela seja uma pessoa heterossexual, já que este é o padrão colocado. É uma posição que possivelmente evita os efeitos negativos em se assumir, como a violência física e verbal do dia a dia. Entretanto, por outro lado, traz uma rotina estressante para a/o professor, sendo que à medida que as relações sociais na escola vão se aprofundando, cada vez mais esforço é gasto para que sua orientação sexual seja invisível, além de que se perde uma importante oportunidade para se trabalhar a temática na escola, da melhor forma possível. Neste artigo, não vislumbramos ampliar o debate sobre as orientações sexuais, mas mostrar como, para quem e em quais momentos educadoras/es negociam sua orientação sexual e se torna pública no ambiente escolar, a partir de entrevistas com educadoras/es LGBTQIA+ de uma escola.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8073-1214
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0006-5872-7212
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://revistas.unipam.edu.br/index.php/pergaminho/issue/current

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