Magnetic signature of t he world-class, Archean Cuiabá gold deposit in the Quadrilátero Ferrífero
| dc.creator | Mariana Débora Vital Bandeira | |
| dc.date.accessioned | 2021-09-08T15:03:42Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:54:59Z | |
| dc.date.available | 2021-09-08T15:03:42Z | |
| dc.date.issued | 2021-05-20 | |
| dc.description.abstract | The world-class Cuiabá orogenic gold deposit is hosted in the Archean Rio das Velhas greenstone belt, located in the Quadrilátero Ferrífero, southeast Brazil. Gold mineralization is stratabound style in sulfidized banded iron formation (BIF) and shear-related quartz-carbonate veins hosted in mafic volcanic rocks. Gold is mainly associated with pyrite, arsenic-rich pyrite, arsenopyrite and pyrrhotite in BIF, and as the mine deepens there is evidence that the pyrite: pyrrhotite ratio decreases. Given that pyrrhotite can be magnetic, this property is herein applied to characterize the magnetic signature of mineralization and its host rocks by measuring the physical properties of samples from a 2,241.15 m borehole. In addition, polished thin sections were selected to define the mineralogy and hydrothermal alteration zones of the main lithologies. The results show that the mineralized zone is associated with high values of magnetic susceptibility and that pyrrhotite is, in fact, the more relevant sulfide mineral in these intervals and associated with hydrothermal magnetite. In order to map the extent of gold mineralization at depth, aeromagnetic data were also analyzed. The 2D analysis show that there is an important anomaly related to the selected borehole, and other anomalies of lower intensity in the west of the region. The inversion of the magnetic vector performed to build the 3D magnetic susceptibility model revealed that high magnetic susceptibility values occur at a depth lower than the anomalies identified by petrophysics and and that may be related to other magnetic lithologies. Intermediate anomalies were recovered at the same depths of levels 3 and 4 of the Cuiabá mine, where the quartz-carbonate-vein-hosted Viana orebody occurs. The recovered model suggests potential extensions of mineralized bodies and provides important indicators for near-mine gold exploration. | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/37944 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation | Programa Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Geologia econômica – Minas Gerais | |
| dc.subject | Geofísica – Minas Gerais | |
| dc.subject | Quadrilátero Ferrífero (MG) | |
| dc.subject.other | Depósito Cuiabá | |
| dc.subject.other | Dados Magnéticos | |
| dc.subject.other | Inversão Magnética | |
| dc.subject.other | Pirrotita | |
| dc.subject.other | Ouro Orogênico | |
| dc.title | Magnetic signature of t he world-class, Archean Cuiabá gold deposit in the Quadrilátero Ferrífero | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Rosaline Cristina Figueiredo e Silva | |
| local.contributor.advisor-co1 | Lydia Maria Lobato | |
| local.contributor.advisor1 | Aline Tavares Melo | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5392670676631438 | |
| local.contributor.referee1 | Dionísio Uendro Carlos | |
| local.contributor.referee1 | Gustavo Henrique Coelho de Melo | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5699000113484394 | |
| local.description.resumo | O depósito de ouro orogênico Cuiabá está localizado no greenstone belt Arqueano Rio das Velhas, localizado no Quadrilátero Ferrífero, sudeste do Brasil. A mineralização do ouro é do tipo stratabound na formação ferrífera bandada (FFB) sulfetada e em veios de quartzo-carbonato hospedados em rochas vulcânicas máficas. O ouro está principalmente associado à pirita, pirita rica em arsênio, arsenopirita e pirrotita em FFB, e conforme a mina se aprofunda, há evidências de que a proporção pirita: pirrotita diminui. Dado que a pirrotita pode ser magnética, esta propriedade é aqui aplicada para caracterizar a assinatura magnética da mineralização e suas rochas hospedeiras medindo as propriedades físicas de amostras de um furo de sondagem de 2.241,15 m. Além disso, seções delgadas polidas foram selecionadas para definir a mineralogia e as zonas de alteração hidrotermal das principais litologias. Os resultados mostram que a zona mineralizada está associada a altos valores de susceptibilidade magnética e que a pirrotita é, de fato, o sulfeto mineral mais relevante nestes intervalos e associada à magnetita hidrotermal. A fim de mapear a extensão da mineralização de ouro em profundidade, dados aeromagnéticos também foram analisados. A análise 2D mostra que há uma anomalia importante relacionada ao poço selecionado e outras anomalias de menor intensidade no oeste da região. A inversão do vetor magnético realizada para construir o modelo 3D de suscetibilidade magnética revelou que altos valores de suscetibilidade magnética ocorrem em profundidades menores que as anomalias identificadas pela petrofísica e que podem estar relacionados a outras litologias magnéticas. Anomalias intermediárias foram recuperadas nas mesmas profundidades dos níveis 3 e 4 da mina de Cuiabá, onde ocorre o corpo de minério de Viana hospedado por veios de quartzo-carbonato. O modelo recuperado sugere extensões potenciais de corpos mineralizados e fornece indicadores importantes para a exploração de ouro próximo à mina. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | IGC - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Geologia |
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