Preclinical toxicological study of long-circulating and fusogenic liposomes co-encapsulating paclitaxel and doxorubicin in synergic ratio

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Resumo

Combination therapy between paclitaxel (PTX) and doxorubicin (DXR) is applied as the first-line treatment of breast cancer. Co-administration of drugs at synergistic ratio for treatment is facilitated with the use of nanocarriers, such as liposomes. However, despite the high response rate of solid tumors to this combination, a synergism of cardiotoxicity may limit the use. Thus, the objective of this work was to investigate the toxicity of long-circulating and fusogenic liposomes co-encapsulating PTX and DXR at the synergistic molar ratio (1:10) (LCFL-PTX/DXR). For this, clinical chemistry, histopathological analysis and electrocardiographic exams were performed on female Balb/c mice that received a single intravenous dose of LCFL-PTX/DXR. The results of the study indicated that the LD50 dose range (lethal dose for 50% of animals) of the LCFL-PTX/DXR treatment (28.9–34.7 mg/kg) is much higher than that found for free PTX/DXR treatment (20.8–23.1 mg/kg). In addition, liposomes promoted cardiac protection by not raising CK-MB levels in animals, keeping cardiomyocytes without injury or electrocardiographic changes. After 14 days of treatment, free PTX/DXR caused prolongation of the QRS interval when compared to LCFL-PTX/DXR treatment at the same dose (37.0 ± 5.01 ms and 30.83 ± 2.62 ms, respectively, with p = 0.017). The survival rate of animals treated with LCFL-PTX/DXR was three times higher than that of those treated with free drugs. Thus, it was established that the toxicity of LCFL-PTX/DXR is reduced compared to the combination of free PTX/DXR and this platform has advantages for the clinical treatment of breast cancer.

Abstract

A terapia combinada entre paclitaxel (PTX) e doxorrubicina (DXR) é aplicada como tratamento de primeira linha do câncer de mama. A coadministração de medicamentos em proporção sinérgica para o tratamento é facilitada com o uso de nanocarreadores, como os lipossomas. Entretanto, apesar da alta taxa de resposta dos tumores sólidos a essa combinação, um sinergismo de cardiotoxicidade pode limitar o uso. Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a toxicidade de lipossomas fusogênicos e de longa circulação coencapsulando PTX e DXR na razão molar sinérgica (1:10) (LCFL-PTX/DXR). Para isso, foram realizadas química clínica, análise histopatológica e exames eletrocardiográficos em camundongos Balb/c fêmeas que receberam dose única endovenosa de LCFL-PTX/DXR. Os resultados do estudo indicaram que a faixa de dose LD50 (dose letal para 50% dos animais) do tratamento LCFL-PTX/DXR (28,9–34,7 mg/kg) é muito maior do que a encontrada para o tratamento PTX/DXR livre (20,8 –23,1 mg/kg). Além disso, os lipossomas promoveram proteção cardíaca ao não elevar os níveis de CK-MB nos animais, mantendo os cardiomiócitos sem lesões ou alterações eletrocardiográficas. Após 14 dias de tratamento, o PTX/DXR livre causou prolongamento do intervalo QRS quando comparado ao tratamento com LCFL-PTX/DXR na mesma dose (37,0 ± 5,01 ms e 30,83 ± 2,62 ms, respectivamente, com p = 0,017). A sobrevida dos animais tratados com LCFL-PTX/DXR foi três vezes maior do que a dos tratados com drogas livres. Assim, foi estabelecido que a toxicidade de LCFL-PTX/DXR é reduzida em comparação com a combinação de PTX/DXR livre e esta plataforma apresenta vantagens para o tratamento clínico do câncer de mama.

Assunto

Lipossomos, Doxorrubicina, Paclitaxel, Toxicidade aguda, Neoplasias da mama

Palavras-chave

Liposomes, Doxorubicin, Paclitaxel, Co-administration, Acute toxicity, Breast cancer

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S075333222101091X

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