Mito, animalização e antropomorfização das plantas: continuidade poética na literatura agrária latina

dc.creatorMatheus Trevizam
dc.date.accessioned2024-12-03T19:39:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:03Z
dc.date.available2024-12-03T19:39:29Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractIn this article, we will look at three sections of works from Latin agrarian literature. These works are book II of Virgil’s Georgics, book X of Columella’s De re rustica, and book XV of Rutilius Palladius’ Opus agriculturae. In fact, when examined retrospectively, these authors are not only quoting each other, but also using similar compositional techniques. In general, the sections of Virgil’s, Columella’s, and Palladius’ works on which we will comment are poetic and give vivacity to botanical themes, most notably through the use of myth, animalization, or attributing “human features” to plants. As a result, they spin a web in which similar writing techniques coexist within a tradition rather than in isolation.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24277/classica.v36.2023.1055
dc.identifier.issn2176-6436
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78432
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofClassica
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura latina
dc.subjectMetonímia
dc.subjectMito
dc.subject.otherLiteratura agrária latina
dc.subject.otherMito
dc.subject.otherMetonímia
dc.subject.otherAnimalização
dc.subject.otherProsopopeia
dc.subject.otherTradição
dc.titleMito, animalização e antropomorfização das plantas: continuidade poética na literatura agrária latina
dc.title.alternativeMyth, animalization, and anthropomorphization of plants: poetic continuity in latin agrarian literature
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage18
local.citation.spage1
local.citation.volume36
local.description.resumoNeste artigo, desejamos examinar três partes de obras pertencentes à literatura agrária latina. Essas obras são o canto II das Geórgicas de Virgílio, o livro X do De re rustica de Columela e o livro XV de Opus agriculturae de Rutílio Paládio. De fato, esses autores, retrospectivamente considerados, não apenas citam uns aos outros, mas ainda adotam procedimentos compositivos semelhantes. Em geral, as partes das obras de Virgílio, Columela e Paládio que comentaremos são poéticas e concedem vivacidade a temas botânicos, notoriamente, por meio de reiterados empregos do mito, da animalização ou da atribuição de “humanidade” às plantas. Então, tecem uma rede em que técnicas de escrita similares não se dão de forma isolada, mas coexistem dentro de uma tradição.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1744-3380
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revista.classica.org.br/classica/article/view/1055

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