Avaliação de altura final e estado nutricional dos pacientes com hiperplasia congênita de supra-renal em acompanhamento na divisão de endocrinologia pediátrica do Hospital das Clínicas da UFMG

dc.creatorTereza Raquel Simoes Matos
dc.date.accessioned2019-08-13T23:11:05Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:50Z
dc.date.available2019-08-13T23:11:05Z
dc.date.issued2014-11-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9XDHQR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSistema endócrino
dc.subject.otherEndocrinologia Pediátrica
dc.titleAvaliação de altura final e estado nutricional dos pacientes com hiperplasia congênita de supra-renal em acompanhamento na divisão de endocrinologia pediátrica do Hospital das Clínicas da UFMG
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ivani Novato Silva
local.contributor.referee1Vera Maria Alves Dias
local.contributor.referee1Antonio Jose das Chagas
local.description.resumoA terapia de substituição com glicocorticoides é parte principal do tratamento de deficiência de 21 hidroxilase (21OH). Entretanto doses excessivas de glicocorticoides podem levar a baixa estatura e obesidade. O objetivo deste estudo foi avaliar a estatura final e o estado nutricional dos pacientes com Hiperplasia Congênita de Supra-renal acompanhados na Divisão de Endocrinologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e a relação com a dose de glicocorticoide utilizada. Foram identificados 105 pacientes com diagnóstico da forma clássica da deficiência de 21-OH e analisados os dados de 47 pacientes com altura final a ocasião deste estudo. Eram 40 mulheres, sendo 13 VS e 27 PS, com idade média de 22,7±5 anos e 07 homens, dos quais 02 VS e 05 PS, com idade média de 21,6±4,3 anos. A altura final média dos pacientes foi -1,48 ±1 DP. As mulheres apresentaram pior resultado, -1,52 ±1,1 DP do que os homens, -1,27 ±0,64 DP. A dose média de hidrocortisona utilizada foi 12,23±2,5 mg/m2. Não houve diferença estatisticamente significante entre a dose de hidrocortisona usada pelo grupo de baixa estatura e estatura dentro dos limites de normalidade. Em 2013, haviam 34 pacientes com altura final definida, ainda em acompanhamento regular no serviço com 21,1±4,6 anos. Eram 28 mulheres, das quais 07 VS e 21 PS. O IMC médio foi 23,6±3,8, com 25 pacientes eutróficos, 9 com excesso de peso (26,5%), sendo 6 com sobrepeso (17,6%) e 3 com obesidade (8,8%). O IMC médio das mulheres foi 24±3,89 e dos homens 21,3±2,38. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre a dose média de hidrocortisona ou a dose atual (dose das últimas três consultas) utilizadas pelos grupos com diferentes estados nutricionais. Ao compararmos a altura final encontrada neste estudo com os dados da literatura, observamos que os resultados encontrados estão dentro do padrão mundial, mas ainda com possibilidades de melhora do tratamento e resultados. Existe grande dificuldade em encontrar a dose substitutiva ideal de glicocorticoides que permita um crescimento e ganho de peso ótimo para o paciente e um bom controle androgênico.
local.publisher.initialsUFMG

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