Turismo e desenvolvimento como liberdade em Capivari/Serro (MG): possibilidades, limites e expectativas

dc.creatorMaria Flavia Pires Barbosa
dc.date.accessioned2019-08-13T20:25:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:33Z
dc.date.available2019-08-13T20:25:58Z
dc.date.issued2011-06-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-8P3DK7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTurismo Serro (MG)
dc.subjectTurismo Aspectos sociais
dc.subjectTurismo Desenvolvimento
dc.subject.otherliberdades instrumentais
dc.subject.otherdesenvolvimento
dc.subject.otherturismo
dc.titleTurismo e desenvolvimento como liberdade em Capivari/Serro (MG): possibilidades, limites e expectativas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bernardo Machado Gontijo
local.contributor.referee1Weber Soares
local.contributor.referee1Danielle Piuzana Mucida
local.description.resumoEsse trabalho, de modo geral, propõe refletir acerca da relação entre turismo e desenvolvimento, sobretudo a partir do entendimento do modo como a atividade turística vem sendo realizada em Capivari, no município do Serro (MG). Para isso, tomou-se como base as reflexões de Amartya Sem, cuja obra intitulada Desenvolvirneiito corno Liberdade traz reflexões acerca do desenvolvimento, atribuindo ao termo uma dimensão humana, que acreditamos ser tão indispensável a esse processo. Desse modo, a análise das iniciativas acerca da atividade turística existentes no povoado de Capivari e a efetividade, ou não, de suas ações, como uma forma possível de promoção do desenvolvimento foi pensada, então, aravés da expansão das liberdades, como coloca Amartya Sen, dos indivíduos envolvidos. Contudo, as análises realizadas aqui, com base nas liberdades instrumentais propostas pelo autor, revelaram que o tão esperado desenvolvimento, promovido por uma atividade turística que levasse em conta a participação da comunidade, ainda está no nível da expectativa. Assim como está, também, a tão esperada autonomia advinda desse processo, e muito ainda deve ser feito para tornar isso possível. Diante disso, podemos dizer que é necessário pensarmos em alternativas que caminhem para além do que as iniciativas de turismo atuais oferecem aos moradores e visitantes. Ou seja, uma das tarefas urgentes consiste em formular alternativas a esse pensamento que sejam ao mesmo tempo emancipatórias e viáveis e que, por isso, ofereçam um conteúdo específico às propostas de turismo que caminham numa direção contra-hegemônica.
local.publisher.initialsUFMG

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