Prevalência de doenças não transmissíveis e fatores de risco em industriários de Minas Gerais

dc.creatorFabiana Martins Dias de Andrade
dc.creatorÌsis Eloah Machado
dc.creatorJaqueline Almeida Guimarães Barbosa
dc.date.accessioned2024-03-28T14:26:46Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:38Z
dc.date.available2024-03-28T14:26:46Z
dc.date.issued2022-02-08
dc.description.abstractObjective: To estimate the prevalence of non-communicable diseases and their associated risk factors among industrial sector workers of Minas Gerais, Brazil. Materials and method: Cross-sectional study with secondary data provided by the Industry Social Service. The variables examined were tobacco use, alcohol use, physical inactivity, inadequate diet, overweight, non-communicable diseases referred, and selfassessment of health. Prevalence figures and differences were calculated using Pearson's chi-square test, according to sex, age group, and level of schooling. Following this, the prevalence ratio adjusted by all covariates was calculated using Poisson regression. Results: A total of 34,072 workers were studied. The prevalence of insufficient physical activity was 75 %, inadequate consumption of fruits reached 66 %, and the regular consumption of soft drinks or artificial juice was 42 %. Smoking was reported by 10 % of the participants, passive smoking in the workplace by 14 %, and alcohol abuse by 30 %. Of the workers in the sample, 55 % were overweight, 2 % reported diabetes, 10 % hypertension, and 10 % high cholesterol. Men presented a higher prevalence of inadequate diet, tobacco use, alcohol use, and overweight. Women presented greater physical inactivity, obesity, hypertension, and high cholesterol. Conclusions: Findings show a low prevalence of physical activity, high consumption of unhealthy foods, and high prevalence of obesity and alcohol abuse among the industrial workers of Minas Gerais.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.15446/av.enferm.v40n2.89166
dc.identifier.issn0121-4500
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/66726
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAvances en Enfermería
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem do Trabalho
dc.subjectInquéritos Epidemiológicos
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subjectFatores de Risco
dc.subjectDoenças não Transmissíveis
dc.subject.otherDoenças não Transmissíveis
dc.subject.otherFatores de Risco
dc.subject.otherSaúde do Trabalhador
dc.subject.otherInquéritos Epidemiológicos
dc.subject.otherEnfermagem do Trabalho
dc.titlePrevalência de doenças não transmissíveis e fatores de risco em industriários de Minas Gerais
dc.title.alternativePrevalence of noncommunicable diseases and risk factors in industrial workers of Minas Gerais
dc.title.alternativePrevalencia de enfermedades no transmisibles y factores de riesgo trabajadores industriales de Minas Gerais
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage213
local.citation.issue2
local.citation.spage199
local.citation.volume40
local.description.resumoObjetivo: estimar a prevalência de doenças e agravos não transmissíveis e seus fatores de risco em industriários de Minas Gerais, Brasil. Materiais e método: estudo transversal com dados secundários cedidos pelo Serviço Social da Indústria. As variáveis estudadas foram tabagismo, uso de álcool, inatividade física, alimentação inadequada, excesso de peso, doenças e agravos não transmissíveis referidos e autoavaliação da saúde. Calcularam-se as prevalências e as diferenças segundo sexo, faixa etária e escolaridade pelo teste x2 de Pearson. Na sequência, calcularam-se as razões de prevalência ajustadas pelas covariáveis por meio de regressão de Poisson. Resultados: foram estudados 34.072 trabalhadores. A prevalência de prática insuficiente de atividade física foi 75 %, consumo inadequado de frutas 66 % e consumo regular de refrigerante ou suco artificial 42 %. O tabagismo foi relatado por 10 %, fumo passivo no ambiente de trabalho por 14 % e uso abusivo de álcool por 30 %. Dos trabalhadores, 55 % estavam acima do peso, 2 % referiram diabetes, 10 % hipertensão e 10 % colesterol elevado. Homens apresentaram maiores prevalências de alimentação inadequada e colesterol elevado. Conclusões: os resultados mostram baixa prevalência de atividade física, alto consumo de alimentos não saudáveis e de sobrepeso, além de elevada prevalência de consumo abusivo de álcool entre trabalhadores das indústrias de Minas Gerais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8277-6061
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4678-2074
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9175-0055
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.unal.edu.co/index.php/avenferm/article/view/89166

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