Sociedade, raça e mito em as religiões no rio e a alma encantadora das ruas, de João do Rio
| dc.creator | Tiago de Holanda Padilha Vieira | |
| dc.date.accessioned | 2022-04-04T23:20:32Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:40:01Z | |
| dc.date.available | 2022-04-04T23:20:32Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 1807-9717 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/40771 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Memento | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Letras | |
| dc.subject | Antropologia | |
| dc.subject | Raça | |
| dc.subject | João do Rio | |
| dc.subject | Crônica | |
| dc.title | Sociedade, raça e mito em as religiões no rio e a alma encantadora das ruas, de João do Rio | |
| dc.title.alternative | Society, race and myth in joão do rio's as religiões no rio and a alma encantadora das ruas | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 21 | |
| local.citation.issue | 1 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.citation.volume | 7 | |
| local.description.resumo | Nos livros As religiões no Rio (1905) e A alma encantadora das ruas (1908), do jornalista e cronista João do Rio (1881-1921), constroem-se hierarquias entre “raças” e classes ou grupos sociais. Estabelece-se uma oposição entre os “inferiores”, “primitivos”, “atrasados”, e os “civilizados”, entre os quais o narrador inclui a si mesmo. Nessas caracterizações, reproduzem-se, parcialmente, as teorias do darwinismo social e do evolucionismo, doutrinas com muita aceitação entre acadêmicos e intelectuais do Brasil à época. Nas duas obras, no entanto, essa hierarquização também é problematizada ao ser atravessada por um elemento fundamental: o temor do “desconhecido”, do “inexplicável”, que acomete a todos os seres humanos. Este artigo estuda a convivência inelutável, embora conflituosa, entre as hierarquias raciais, sociais e morais e a instituição desse universal, que as enfraquece e ultrapassa. Analisamos a hipótese de que as tentativas de estabelecer uma “comunicação” com o desconhecido, tal como apresentadas pelo autor carioca, caracterizem-se como míticas, com base nos conceitos do filósofo Hans Blumenberg. João do Rio, portanto, afirmaria a permanência do mito na modernidade. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://periodicos.unincor.br/index.php/memento/article/view/2558/pdf_82 |
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