A corrente materialista histórica da terapia ocupacional: estudo das categorias e teorizações marxistas para a profissão

dc.creatorBruno Souza Bechara Maxta
dc.creatorNathália Gontijo Cançado Araújo
dc.date.accessioned2025-04-28T23:36:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:47Z
dc.date.available2025-04-28T23:36:29Z
dc.date.issued2022-11-30
dc.description.abstractThe updating of the Occupational Therapy’s critical thinking and method, known as the Historical Materialism Current of Occupational Therapy (CMHTO), arising in Brazil in the 1980s, is necessary for the open debate that we intend to contribute to the critical perspective of Occupational Therapy. Methods: Theoretical study about historical and dialectical materialist discussion in brazilian Occupational Therapy. Objective: To present the fundamental categories of the CMHTO and part of its theorization in the epistemological debate of Occupational Therapy in Brazil. Results: The epistemological scope of Occupational Therapy, and the purpose and form of professional intervention were the central objects of the CMHTO debate from Karl Marx and Friedrich Engels under the categories work, capitalist production, commodity, alienation, hegemony, ideology, class consciousness, praxis and class struggle. The professional role crisis manifested the contradictions of the profession in the face of its inability to respond to the social and health needs of the working class. The historical and dialectical materialist method theorized by the CMHTO, although primary, point to the overcoming the abstraction about human occupation and the functionalist character of occupational therapy practices that sustain the reproduction to the capital. Conclusion: The critical epistemological debate in Occupational Therapy remains open. The reconstruction of brazilian CMHTO answers the call of our combative professional base to the current form of capitalism under the new and known social and health issues of the working class.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doidoi.org/10.47222/2526-3544.rbto50501
dc.identifier.issn2526-3544
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81949
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofREVISBRATO - Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTerapia ocupacional
dc.subjectMarxismo
dc.subjectCapitalismo
dc.subjectEpistemologia
dc.subject.otherTerapia Ocupacional
dc.subject.otherMarxismo
dc.subject.otherCapitalismo
dc.subject.otherEpistemologia
dc.subject.otherBrasil
dc.titleA corrente materialista histórica da terapia ocupacional: estudo das categorias e teorizações marxistas para a profissão
dc.title.alternativeThe Historical Materialism Current of Occupational Therapy: study of marxist categories and theories for the profession
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1294
local.citation.issue4
local.citation.spage1279
local.citation.volume6
local.description.resumoO resgate da forma de pensamento e método críticos da Terapia Ocupacional, conhecida como Corrente Materialista Histórica da Terapia Ocupacional (CMHTO), advinda no Brasil nos idos de 1980, faz-se necessário ao debate franco que pretendemos contribuir sobre a perspectiva crítica da Terapia Ocupacional. Métodos: Estudo teórico sobre as obras nacionais centrais da discussão materialista histórica e dialética na Terapia Ocupacional. Objetivo: Apresentar as categorias fundamentais da CMHTO e parte da sua teorização no debate epistemológico da Terapia Ocupacional no Brasil. Resultados: O escopo epistemológico da Terapia Ocupacional, a finalidade e forma de intervenção profissional foram os objetos centrais do debate crítico da CMHTO a partir das obras de Karl Marx e Friedrich Engels sob as categorias trabalho, produção capitalista, mercadoria, alienação, hegemonia, ideologia, consciência de classe, práxis e luta de classes. A crise do papel profissional manifestou as contradições da profissão diante da incapacidade de responder às necessidades sociais e de saúde da classe trabalhadora. O método materialista histórico e dialético teorizado pela CMHTO, ainda que primário, aponta para a superação da abstração sobre a ocupação humana e o caráter funcionalista das práticas terapêuticas ocupacionais que sustentam a reprodução à ordem do capital. Conclusão: O debate crítico epistemológico da Terapia Ocupacional continua em aberto. A reconstrução da CMHTO responde ao chamado da nossa base profissional combativa à forma atual do capitalismo sob as novas e conhecidas questões e necessidades da classe trabalhadora.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8946-4992
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9724-5316
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/50501

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