A medalha e seu reverso: fantástico e desfantasticização em contos de Machado de Assis

dc.creatorAline Sobreira de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-14T14:17:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:05Z
dc.date.available2019-08-14T14:17:52Z
dc.date.issued2012-09-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8Y3H2W
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura fantástica
dc.subjectContos brasileiros História e crítica
dc.subjectAssis, Machado de, 1839-1908 Crítica e interpretação
dc.subject.otherdesfantasticização
dc.subject.otherMachado de Assis
dc.subject.otherliteratura fantástica
dc.titleA medalha e seu reverso: fantástico e desfantasticização em contos de Machado de Assis
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luis Alberto Ferreira Brandao Santos
local.contributor.referee1Marcos Rogerio Cordeiro Fernandes
local.contributor.referee1Marie-Anne Henriette Jeanne Kremer
local.description.resumoEsta dissertação se dedica a estudar a produção de Machado de Assis no âmbito da literatura fantástica, identificando as suas principais linhas de força. Para isso, selecionamos onze contos do escritor carioca, os quais compreendem um vasto período de sua carreira: 'O país das quimeras' (1962); 'O anjo das donzelas' (1864); 'Uma excursão milagrosa' (1866); 'A vida eterna' (1870); 'O capitão Mendonça' (1870); 'Rui de Leão' (1872); 'Decadência de dois grandes homens' (1873); 'A chinela turca' (1875); 'Sem olhos' (1876); 'O imortal' (1882); e 'Entre santos' (1886). Inicialmente, traçamos os aspectos gerais da literatura fantástica, entendida, aqui, como uma manifestação literária inscrita no espaço e no tempo (Europa, entre fins do século XVIII e fins do século XIX) que mimetiza questões e tensões próprias de sua época. Em seguida, realizamos um breve panorama da produção de cunho fantástico no Brasil século XIX, observando sua escassa incidência no romantismo brasileiro e mapeando suas influências mais notáveis. Consagramos os dois capítulos seguintes às reflexões em torno do fantástico machadiano, levantando seus temas e imagens mais recorrentes (a viagem fantástica, o sonho, a figura deslocada do cientista, dentre outros) e seus traços mais relevantes - como o fato de, em geral, o fenômeno fantástico ser atribuído à ilusão ou ao sonho, não se estabelecendo no plano real nem sendo atribuído à loucura. Por fim, destacamos e analisamos alguns elementos dos contos fantásticos machadianos que desestabilizam a sólida estrutura da narrativa fantástica - desencadeando o que chamamos, aqui, de 'desfantasticização', o que enseja questionamentos acerca do fantástico, da obra machadiana e da literatura brasileira
local.publisher.initialsUFMG

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