Peregrinos em busca: alegoria, utopia e distopia em Paul Auster, Nathaniel Hawthorne e John Bunyan: alegoria; utopia e distopia em Paul Auster; Nathaniel Hawthorne e John Bunyan
| dc.creator | Vivian Bernardes Margutti | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T16:45:07Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:48:57Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T16:45:07Z | |
| dc.date.issued | 2010-05-14 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-89JQTD | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Bunyan, John, 1628-1688 Peregrino Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Alegorias | |
| dc.subject | Figuras de linguagem | |
| dc.subject | Hawthorne, Nathaniel, 1804-1864 Estrada de ferro celestial Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Auster, Paul, 1947- No pais das últimas coisas Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Literatura | |
| dc.subject.other | teoria do romance | |
| dc.subject.other | alegoria | |
| dc.subject.other | literatura de expressão inglesa | |
| dc.title | Peregrinos em busca: alegoria, utopia e distopia em Paul Auster, Nathaniel Hawthorne e John Bunyan: alegoria; utopia e distopia em Paul Auster; Nathaniel Hawthorne e John Bunyan | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Luis Alberto Ferreira Brandao Santos | |
| local.contributor.referee1 | Julio Jeha | |
| local.contributor.referee1 | Paulo Astor Soethe | |
| local.contributor.referee1 | Marcelo Pen Parreira | |
| local.contributor.referee1 | Georg Otte | |
| local.description.resumo | No presente estudo, investiga-se o caráter alegórico do romance No país das últimas coisas (1987), de Paul Auster, tanto através de suas ligações intertextuais com a paródia 'A estrada de ferro celestial' (1843), de Nathaniel Hawthorne, e com o texto alegórico O peregrino (1678), de John Bunyan, como a partir da noção de alegoria presente no pensamento de Walter Benjamin. Faz-se um histórico do uso da alegoria na tradição literária, com o intuito de vislumbrar a possibilidade de uma reavaliação, na modernidade, dessa figura de linguagem. As três obras em questão são analisadas a partir de diferentes níveis interpretativos, percorrendo os sentidos metalinguístico e figurado. A metalinguagem está presente em todos os textos estudados e se liga ao trajeto da alegoria e do romance na literatura ocidental, em um cenário amplo que vai desde a época medieval, passando pelos períodos do Barroco e do Romantismo, e chegando aos dias atuais. O sentido figurado das obras apresenta um viés que é associado à crítica social e às noções de utopia e distopia. Leva-se em consideração o pensamento de Lewis Mumford no que diz respeito à utopia e seu papel na história. Destaca-se também a tendência contemporânea à produção de uma literatura distópica. Através da viagem de aprendizado e crescimento espiritual de cada um dos protagonistas, o sentido figurado indica, ainda, três formas diferentes de peregrinar: a primeira, pela graça divina, a segunda, pela modernidade liberal, e a terceira, pela exposição exacerbada da fragilidade humana. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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