A relação entre renda e composição domiciliar dos idosos no Brasil: um estudo sobre o impacto do recebimento do Benefício de Prestação Continuada

dc.creatorMaira Andrade Paulo
dc.date.accessioned2019-08-12T23:21:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:31Z
dc.date.available2019-08-12T23:21:15Z
dc.date.issued2008-03-24
dc.description.abstractThis work investigates the relationship between an elderlys income and their living arrangements. Two hypotheses are raised in the literature about the impact of the elderlys income on their living arrangements. On the one hand, receiving an income can motivate the elderly to look for privacy and independence while opting for an independent living arrangement. On the other hand, the income received by the elderly can attract family members whose aim is to gain advantage from that income. This discussion is relevant in the current Brazilian context, which has been marked by rapid population ageing, deep changes in living arrangements and an expansion of Social Security for the elderly. In order to clarify the aforementioned relationship, this work investigates the impact of the Continuous Cash Transfer (BPC) on the elderlys living arrangements. This benefit corresponds to an income received monthly, which is worth one minimum salary, by the elderly over 65 years old, whose per capita income is lower than a quarter of a minimum salary. The proposal is to verify whether a BPC additional income would lead the elderly to look for the establishment of an independent household or whether that income would instead attract their family members to stay around in order to profit from it, due mainly to the poverty status affecting those individuals. To answer this question, the difference-in-difference statistical method was used in addition to 2002 and 2004 PNAD data. The result obtained shows that receiving the extra BPC income increases the probability that the elderly will choose to live alone.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-7H9NAX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil Politica social
dc.subjectDemografia
dc.subjectRenda Distribuição
dc.subject.otherarranjos domiciliares
dc.subject.otherBeneficio de Prestação Continuada (BPC)
dc.subject.otherrenda
dc.titleA relação entre renda e composição domiciliar dos idosos no Brasil: um estudo sobre o impacto do recebimento do Benefício de Prestação Continuada
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ana Maria Hermeto Camilo de Oliveira
local.contributor.advisor1Simone Wajnman
local.contributor.referee1Eduardo Luiz Goncalves Rios Neto
local.contributor.referee1Ana Amélia Camarano
local.description.resumoEste trabalho investiga a relação entre renda e arranjo domiciliar do idoso. Duas hipóteses são levantadas na literatura acerca do impacto da renda no arranjo domiciliar. Por um lado, o recebimento de uma renda pode impulsionar os idosos a buscarem privacidade e independência, optando por morarem sozinhos. Por outro lado, uma renda recebida pelo idoso pode atrair familiares que buscam usufruir dos benefícios dessa renda. Essa discussão é bastante oportuna no atual contexto brasileiro, que vem sido marcado por um acelerado envelhecimento populacional, por profundas mudanças nos arranjos domiciliares e pela ampla cobertura de seguridade social do idoso. Buscando elucidar a relação entre renda e arranjo domiciliar do idoso no Brasil, esse trabalho investiga o impacto do Benefício de Prestação Continuada (BPC) sobre os arranjos domiciliares dos idosos. O BPC corresponde ao beneficio mensal no valor de um salário mínimo (SM) destinado a idosos acima de 65 anos, cuja renda familiar per capita seja inferior a ¼ de SM. A proposta é verificar se o recebimento do BPC impulsionaria os idosos a morarem sozinhos ou se, devido à situação de pobreza na qual se inserem esses indivíduos, a nova renda do idoso provocaria a permanência (ou mesmo maior atração) de familiares em torno desse idoso. Para responder à essa questão, é utilizado o método estatístico da Diferença em Diferença e os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) em 2002 e 2004. O resultado sugere a hipótese de que, para o caso brasileiro, o recebimento do BPC aumentou a probabilidade de o idoso morar sozinho.
local.publisher.initialsUFMG

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