Distúrbios funcionais neuromusculares relacionados ao trabalho: caracterização clínico-ocupacional e percepção de risco por violinistas de orquestra

dc.creatorRonise Costa Lima
dc.date.accessioned2019-08-12T06:40:37Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:06Z
dc.date.available2019-08-12T06:40:37Z
dc.date.issued2007-03-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7FVHBD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças profissionais
dc.subjectMusicos
dc.subjectProcesso saúde-doença
dc.subjectViolinistas
dc.subjectTranstornos traumáticos cumulativos
dc.subjectEstudos transversais
dc.subjectSaúde do trabalhador
dc.subjectRiscos ocupacionais
dc.subject.otherSaúde e trabalho
dc.subject.otherViolino (violinista)
dc.subject.otherSaúde ocupacional
dc.subject.otherLER/DORT
dc.subject.otherSaúde do músico
dc.subject.otherOrquestra
dc.titleDistúrbios funcionais neuromusculares relacionados ao trabalho: caracterização clínico-ocupacional e percepção de risco por violinistas de orquestra
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Elizabeth Costa Dias
local.contributor.advisor-co1Edson Queiroz de Andrade
local.contributor.advisor1Tarcisio Marcio Magalhaes Pinheiro
local.contributor.referee1Delcio da Fonseca Sobrinho
local.contributor.referee1Rosangela Minardi Mitre Cotta
local.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo descrever o perfil clínico e epidemiológico-ocupacional dos violinistas de orquestras de Belo Horizonte (MG), bem como identificar a sua percepção sobre o risco de adoecimento relacionado ao trabalho e sobre o processo saúde-doença. O suporte teórico contou com o campo da Saúde do Trabalhador, à luz do qual se buscou compreender as relações entre a percepção do risco de adoecimento pelos violinistas e a sua utilização de estratégias para promoção e manutenção da saúde. Além da revisão da literatura especializada sobre os transtornos musculoesqueléticos em músico instrumentista, optou-se por múltiplas abordagens metodológicas, utilizando-se de métodos da Epidemiologia, das Ciências Sociais e da clínica da Terapia Ocupacional (TO). Foi aplicado um questionário inicial a 33 violinistas, dos quais 18 foram entrevistados e avaliados com instrumentos da TO. Os dados do questionário foram compilados pelo programa SPSS 13.0 For Windows e submetidos à análise descritiva univariada e à análise temática, quando somados aos demais dados obtidos através das entrevistas e avaliações. Observou-se que grande parte dos violinistas pesquisados apresenta ou já apresentou algum tipo de transtorno musculoesquelético. Os sintomas relatados, os tipos de adoecimento mais freqüentes, as áreas do corpo mais afetadas, a intensidade da dor e a forte interferência desta no trabalho coincidem com os achados da literatura. Concluiu-se que a saúde do violinista pode ser afetada tanto pelos movimentos inerentes à atividade quanto pelas condições de trabalho, e que o aparecimento e a manutenção de transtornos musculoesqueléticos são favorecidos pela ausência de percepção do risco de adoecimento associado ao trabalho, a qual dificulta ou impede a busca de estratégias adequadas para a prevenção. Ao final do trabalho, apresentam-se recomendações para a promoção da saúde do violinista.
local.publisher.initialsUFMG

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