Maytenus salicifolia Reissek (Celastraceae): evaluation of the activity of extracts and constituents against Helicobacter pylori and oral pathogenic microorganisms

dc.creatorCássia Gonçalves Magalhães
dc.creatorGracia Divina de Fatima Silva
dc.creatorLucienir Pains Duarte
dc.creatorJacqueline Aparecida Takahashi
dc.creatorVagner Rodrigues Santos
dc.creatorRute Cunha Figueiredo
dc.creatorSidney Augusto Vieira Filho
dc.date.accessioned2022-09-01T18:14:24Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:57:16Z
dc.date.available2022-09-01T18:14:24Z
dc.date.issued2016-08-08
dc.description.abstractMaytenus salicifolia Reissek is known as "cafezinho" in Minas Gerais State, Brazil. Its leaves have been used in folk medicine to treat stomach ulcers. The present study reports the isolation of 4´-O-methylepigallocatechin (1) and proanthocyanidin A (2) of root (1; 4.36%; 2, 2.17%) and branch (1, 4.16%; 2, 0.26%) polar extracts from M. salicifolia. These compounds were found in the roots of this species for the first time. These constituents were found in large amounts and it makes M. salicifolia a suitable source of these compounds. Moreover, the antimicrobial activity of polar (ethanolic from roots, ethanolic and ethylacetate from branches) and non-polar (hexanic from roots) extracts from this plant was evaluated in vitro against oral pathogens such as Candida albicans, Streptococcus mutans, Streptococcus sanguinis and Staphylococcus aureus. All extracts showed antimicrobial activity and C. albicans was the most sensitive microorganism. The triterpenes nepeticin, rigidenol, glochidone, 11- hydroxyglochidone and 16--hydroxypristimerin, which were previously isolated from this species, were also assayed against Helicobacter pylori. Rigidenol and 16--hydroxypristimerin exhibited activity against this bacterium. These results contribute to confirm the traditional use of M. salicifolia to treat ulcer and other gastrointestinal problems. They also indicated that the extracts from this plant have the potential to be used in the treatment of infectious diseases of the oral cavity.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.21577/1984-6835.20160107
dc.identifier.issn1984-6835
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44810
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista virtual de química
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCelastraceae
dc.subjectMaytenus
dc.subjectQuímica orgânica
dc.subjectProdutos naturais
dc.subjectProdutos de ação antimicrobiana
dc.subject.otherMaytenus salicifolia Reissek
dc.subject.otherCelastraceae
dc.subject.otherAntimicrobial properties
dc.subject.otherHelicobacter pylori
dc.subject.otherOral pathogens
dc.subject.otherSalicifolia
dc.subject.otherPropriedades antimicrobianas
dc.subject.otherHelicobacter pylori
dc.subject.otherPatógenos orais
dc.titleMaytenus salicifolia Reissek (Celastraceae): evaluation of the activity of extracts and constituents against Helicobacter pylori and oral pathogenic microorganisms
dc.title.alternativeMaytenus salicifolia Reissek (Celastraceae): avaliação da atividade de extratos e constituintes contra Helicobacter pylori e micro-organismos patogênicos da cavidade oral
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1536
local.citation.issue5
local.citation.spage1524
local.citation.volume8
local.description.resumo: Maytenus salicifolia Reissek é conhecida como "cafezinho" em Minas Gerais, Brasil. Suas folhas são utilizadas na medicina popular no tratamento de úlceras estomacais. Neste trabalho é reportado o isolamento de 4´-O metilepigalocatequina (1) e proantocianidina A (2) dos extratos polares da raiz (1; 4,36%; 2, 2,17%) e tronco (1, 4,16%; 2, 0,26%) de M. salicifolia. Pela primeira vez, esses compostos foram encontrados na raiz dessa espécie. Esses constituintes foram encontrados em quantidades expressivas, o que torna M. salicifolia uma fonte alternativa desses compostos. Além disto, a atividade antimicrobiana de extratos polares (etanólico das raízes, etanólico e acetato-etílico dos galhos) e apolares (hexânico das raízes) dessa planta foi avaliada in vitro contra os patógenos da cavidade oral: Candida albicans, Streptococcus mutans, Streptococcus sanguinis e Staphylococcus aureus. Todos os extratos exibiram atividade antimicrobiana e C. albicans foi o micro-organismo mais sensível. Os triterpenos nepeticina, rigidenol, gloquidona, 11- hidroxigloquidona e 16- -hidroxipristimerina, previamente isolados desta espécie, também foram testados contra Helicobacter pylori. Rigidenol e 16- -hidroxipristimerina foram ativos contra essa bactéria. Os resultados contribuem para confirmar o uso na medicina popular de M. salicifolia no tratamento de úlceras e outros problemas estomacais e indicam que extratos dessa planta apresentam grande potencial para o uso no tratamento de doenças infecciosas da cavidade oral.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://rvq.sbq.org.br/

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