Os africanos, os brancos e os indígenas: elementos para discutir a diversidade na história do Brasil

dc.creatorLúcia Maria Estanislau
dc.date.accessioned2023-02-06T15:42:16Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:05Z
dc.date.available2023-02-06T15:42:16Z
dc.date.issued2010-12-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49617
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherDiversidade sócio-cultural
dc.subject.otherIdentidade étnico-racial
dc.subject.otherHistória do Brasil
dc.titleOs africanos, os brancos e os indígenas: elementos para discutir a diversidade na história do Brasil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria José Batista Pinto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4452355484066620
local.description.resumoNo cotidiano escolar são comuns as brincadeiras e apelidos pejorativos em relação à raça negra. De maneira geral, as referências que se fazem têm relação com feiura, indolência, passividade e pouca inteligência. No tocante às religiões de matrizes africanas, o senso comum relaciona-as com a feitiçaria, o demônio, a morte, o mal e a ignorância. Tentando entender o porquê de tais imagens desenvolvi o trabalho, com alunos do 7º Ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Maria de Magalhães Pinto, situada no Bairro Santa Terezinha, região da Pampulha, na Unidade de Estudo da Colonização no Brasil, buscando primeiro, saber quais eram as denominações religiosas de referência dos alunos e que representações têm eles das religiões de matrizes africanas, no caso, do candomblé e da umbanda. Após as primeiras sondagens, iniciei o estudo das contribuições dos africanos, bem como dos indígenas e brancos, na sociedade brasileira hoje, no que se refere ao vocabulário e articulação linguística, os usos e costumes, tais como a culinária e a gastronomia, a música e a dança, o artesanato, a visão de mundo e a religiosidade. Diante dessa experiência considero que para construir como os alunos referências positivas sobre os africanos, é necessário conhecer a África, não somente como o lugar de onde foram trazidos os escravos para trabalhar no Brasil, sob a opressão do português branco, mas como o enorme e diverso continente, berço da humanidade e de grandes civilizações. E que os homens e mulheres que aqui chegaram, oriundos de várias nações e povos africanos, não se submeteram docilmente aos horrores do desterro e do cativeiro. Pelo contrário desenvolveram múltiplas e sutis formas de resistência, durante o longo período da escravidão, junto aos indígenas e aos brancos, nas terras brasileiras. Sabendo que não é nada fácil nem simples desconstruir estereótipos e visões distorcidas, minha proposta é trabalhar interdisciplinarmente, fazendo da discussão étnico-racial, um tema transversal, em pauta ao longo de todo o ano letivo, para que não fique relegado, no cotidiano educacional, à celebração de meros eventos e um “currículo turístico” reduzido ao Dia do Índio, 13 de Maio, Dia da Consciência Negra, etc.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Educação e Docência

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