Relação entre o índice cárdio-femoral e a insuficiência cardíaca fetal, determinada pela dopplerfluxometria venosa em fetos de gestantes isoimunizadas
| dc.creator | Inessa Beraldo de Andrade | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T17:50:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:01:59Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T17:50:51Z | |
| dc.date.issued | 2007-08-24 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECJS-788GUE | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Isoimunização Rh | |
| dc.subject | Veia cava inferior | |
| dc.subject | Ultra-sonografia | |
| dc.subject | Doenças fetais | |
| dc.subject | Doenças vasculares | |
| dc.subject | Diagnóstico por imagem | |
| dc.subject | Cardiopatias congênitas | |
| dc.subject | Diagnóstico pré-natal | |
| dc.subject | Ultra-sonografia doppler | |
| dc.subject.other | Isoimunização Rh | |
| dc.subject.other | Veia cava inferior | |
| dc.subject.other | Veias | |
| dc.subject.other | Doenças fetais | |
| dc.subject.other | Doenças vasculares | |
| dc.subject.other | Ultra sonografia | |
| dc.subject.other | Ultra sonografia Doppler | |
| dc.subject.other | Diagnóstico por imagem | |
| dc.subject.other | Cardiopatias congênitas | |
| dc.subject.other | Diagnóstico pré-natal | |
| dc.title | Relação entre o índice cárdio-femoral e a insuficiência cardíaca fetal, determinada pela dopplerfluxometria venosa em fetos de gestantes isoimunizadas | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Regina Amelia Lopes P de Aguiar | |
| local.contributor.advisor1 | Antonio Carlos Vieira Cabral | |
| local.contributor.referee1 | Marcos Roberto Taveira | |
| local.contributor.referee1 | Ana Paula Brum Miranda Lopes | |
| local.description.resumo | Objetivo: Verificar a relação entre o índice cardio-femoral e a insuficiência cardíaca fetal, avaliada pela dopplerfluxometria da veia cava inferior e do ducto venoso. Métodos: em estudo transversal o índice cárdio-femoral (ICF) foi relacionado à insuficiência cadíaca fetal, avaliada pela dopplerfluxometria da veia cava inferior (VCI) e do ducto venoso (DV). Foram selecionados 119 fetos de gestantes isoimunizadas e realizadas 308 avaliações do comportamento hemodinâmico fetal. O índice cardio-femoral foi obtido pela razão entre a medida ecográfica dodiâmetro biventricular externo (DBVE) e do comprimento do fêmur e osparâmetros dopplerfluxométricos utilizados foram: relação CA/SV ou índice précarga para a veia cava inferior e relação SV/CA para o ducto venoso. O ICF foi considerado alterado quando maior que 0,6, a relação CA/SV, quando maior que 0,37 e a relação CA/SV quando maior que o percentil 95. O desempenho do ICF em relação à insuficiência cardíaca, determinada pelo Doppler venoso foi feito por teste de validação e o estudo estatístico utilizado foi o teste Exato de Fisher, considerado significativo quando p < 0,05. Resultados: As prevalências de fetos com insuficiência cardíaca, diagnosticada pelas alterações das relações CA/SV da VCI e SV/CA do DV foram de 31% e de 22%, respectivamente. A proporção de fetos com alteração do índice cárdio7 femoral neste estudo foi de 67% para ambas as comparações, independente dapresença ou ausência de insuficiência cardíaca fetal, avaliadas peladopplerfluxometria da veia cava inferior e do ducto venoso. Observou-se relação significativa entre o ICF alterado e a insuficiência cardíaca fetal, avaliada pela dopplerfluxometria da VCI (p= 0,0015). A sensibilidade foi de 80%, a especificidade de 38%, o valor preditivo positivo de 37% e o valor preditivo negativo de 81%. Verificou-se também nesta avaliação relação significativa entre o ICF alterado e a insuficiência cardíaca fetal, diagnosticada pela dopplerfluxometria do DV (p = 0,0081). A sensibilidadade foi de 81%, a especificidade de 36%, o valor preditivo positivo de 26% e o valor preditivo negativo de 87%. Conclusão: O índice cardio-femoral alterado pode sugerir insuficência cardíaca fetal e seu valor normal, ou seja, menor que 0,60, assegura boa função miocárdica do feto. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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