Política de assistência social, autonomia e promoção de saúde: uma breve reflexão

dc.creatorCarlos Eduardo Firmino
dc.creatorAna Paula Dias Guimarães
dc.creatorLucinéa Almeida Amorim
dc.creatorElza Machado de Melo
dc.date.accessioned2023-07-18T21:17:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:33Z
dc.date.available2023-07-18T21:17:02Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis paper aims to discuss the relationship between Social Assistance and health promotion. For this purpose, we assumed that the guarantee of the development of autonomy, one of the securities of the Social Assistance Policy, can contribute to expand the capacity of choice and the support of social network of individuals and communities. The guarantee of access to socio-welfare benefits, the strengthening of social networks and the incentive to participation of users, in both the control of the policy and the work in their own territories, are elements that can favor the empowerment of the public. In this sense, the offered social work in this policy helps to improve the quality of people’s lives. In the end, the potentialities and ambiguities of this Policy will be addressed, considering the difficulties in delimiting its object, as well as its supposed place of maintenance of the status quo. According with the perspective of some social actors, Social Assistance Policy still has a stigma of compensatory policy.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56662
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectApoio social
dc.subjectAutonomia pessoal
dc.subjectPromoção da saúde
dc.subject.otherAssistência social
dc.subject.otherAutonomia
dc.subject.otherPromoção da saúde
dc.titlePolítica de assistência social, autonomia e promoção de saúde: uma breve reflexão
dc.title.alternativeSocial assistance policy, autonomy and health promotion: a brief reflection
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage375
local.citation.issue8
local.citation.spage371
local.citation.volume26
local.description.resumoNeste artigo, buscou-se discutir a relação entre a assistência social e a promoção de saúde. Para tanto, parte-se do pressuposto de que a garantia do desenvolvimento de autonomia, uma das seguranças a serem afiançadas pela Política de Assistência Social, pode contribuir para a ampliação das capacidades dos indivíduos e coletivos em relação às suas escolhas e rede de dependências. O acesso aos benefícios socioassistenciais, o fortalecimento das redes de convívio e o incentivo à participação dos usuários, tanto no controle da política quanto na atuação em seus territórios, são elementos que podem favorecer o empoderamento do público atendido. Neste sentido, o trabalho social ofertado nessa política auxilia a melhoria da qualidade de vida dos usuários. Ao final, serao abordadas as potencialidades e ambiguidades dessa política, tendo em vista a dificuldade de localizar o seu objeto, assim como o seu suposto lugar de mantenedor do status quo. Pesa sobre a Política de Assistência Social, na perspectiva de alguns atores sociais, o estigma de política compensatória.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0410-3379
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.rmmg.org/artigo/detalhes/2181

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