Análise da influência do volume vesical na mensuração do colo uterino via transabdominal em relação a via transvaginal no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
| dc.creator | Mariana Souza Bodelao | |
| dc.date.accessioned | 2024-06-06T19:19:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:22:22Z | |
| dc.date.available | 2024-06-06T19:19:40Z | |
| dc.date.issued | 2021-08-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/68962 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Colo do Útero | |
| dc.subject | Medida do Comprimento Cervical | |
| dc.subject | Ultrassonografia | |
| dc.subject | Trabalho de Parto Prematuro | |
| dc.subject | Bexiga Urinária | |
| dc.subject | Gestantes | |
| dc.subject.other | Gestantes | |
| dc.subject.other | Colo do útero | |
| dc.subject.other | Medida do comprimento cervical | |
| dc.subject.other | Ultrassonografia pré-natal | |
| dc.subject.other | Trabalho de parto prematuro | |
| dc.title | Análise da influência do volume vesical na mensuração do colo uterino via transabdominal em relação a via transvaginal no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Mário Dias Corrêa Júnior | |
| local.contributor.advisor1 | Henrique Vitor Leite | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5397736210706255 | |
| local.contributor.referee1 | Henrique Vitor Leite | |
| local.contributor.referee1 | Mário Dias Corrêa Junior | |
| local.contributor.referee1 | Patrícia Gonçalves Teixeira | |
| local.contributor.referee1 | Alim Alves Demian | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1239186542275667 | |
| local.description.resumo | Introdução: A avaliação ultrassonográfica do colo uterino permite predizer o risco de parto pré-termo. Um declínio gradual no comprimento cervical é achado normal após 28 a 32 semanas de gestação. Entretanto, uma diminuição desse comprimento no segundo trimestre aumenta o risco de parto pré-termo. O diagnóstico de colo curto é definido por comprimento cervical menor ou igual a 25 milímetros (mm) em gestações de 16 a 24 semanas e a melhor maneira de identificar o encurtamento do colo uterino é a realização de ultrassonografia transvaginal (USTV). As medidas por essa via são mais reprodutíveis e confiáveis do que aquelas obtidas pela ultrassonografia transabdominal (USTA). Entretanto, a USTV é mais incômoda do que a via transabdominal, além de exigir um tempo maior para a realização do exame. Desta forma, em pacientes com colo adequadamente visualizado e com comprimento a partir de um valor que se mostre confiável à USTA, a USTV pode ser evitada, estabelecendo um método prático e confortável para rastreio de colo curto em gestantes. Objetivo: Determinar um volume vesical ideal no qual a medida do colo uterino pela via transabdominal se demonstre comparável à medida realizada pela via transvaginal, em gestantes submetidas a exame ultrassonogáfico obstétrico entre 18 e 24 semanas, na Maternidade Otto Cirne do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC/UFMG)/EBSERH. Metodologia: Trata-se de estudo transversal descritivo comparativo, realizado em gestantes entre 18 e 24 semanas na Maternidade Otto Cirne do Hospital das Clínicas da UFMG no período de janeiro de 2018 a janeiro de 2020. A amostra contém 74 gestantes com a idade gestacional mencionada, sem comorbidades vesicais, placentárias, sem dilatação cervical > 1centímetro (cm) à triagem. Foi utilizado USTA para medida do colo e mensuração de volume vesical, posterior esvaziamento vesical e nova medida do colo por USTV. Foram usados análise da correlação, da curva ROC e árvore de classificação, nos dois últimos casos considerando que o valor de 25 mm de colo uterino medidos pelo ultrassom transvaginal é o ponto de corte para predição de risco aumentado para parto prematuro. Resultados: Os resultados não foram estatisticamente significativos, indicando uma correlação de apenas 0,128 (valor-p=0,278), além de uma baixa área sob a curva ROC (0,33) e nenhuma árvore de classificação pôde ser ajustada. A correlação também foi avaliada para intervalos específicos do volume da bexiga (até 50 ml, entre 50 ml e 100 ml, entre 100 ml e 150 ml, entre 150 ml e 200 ml, entre 200 ml e 250 ml, e mais de 250 ml), e também não foram estatisticamente significativas. Foi também avaliado se o volume vesical influencia na qualidade desta associação, medida pelo desvio absoluto entre as medições ultrassonográficas. Esta avaliação foi feita por meio da análise da correlação e da tentativa de ajuste de uma árvore de regressão. Contudo, tal correlação também não foi significativa, de apenas -0,063 (valor-p = 0,597), assim como a árvore de regressão que também demonstrou não haver associação significativa entre as variáveis. Conclusão: O exame ultrassonográfico transabdominal não deve ser usado em substituição ao exame transvaginal para efeito de predição de risco aumentado de parto prematuro, independentemente do volume vesical. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Saúde da Mulher |