E o leitor entende: papel do conectivo e na compreensão de textos

dc.creatorAntonio Augusto Moreira de Faria
dc.date.accessioned2019-08-12T05:30:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:20Z
dc.date.available2019-08-12T05:30:14Z
dc.date.issued1985-12-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9CKG3Q
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCompreensão na leitura
dc.subjectSemântica
dc.subjectLeitura Aspectos psicológicos
dc.subject.otherEstudos Linguísticos
dc.titleE o leitor entende: papel do conectivo e na compreensão de textos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Mario Alberto Perini
local.contributor.referee1Magdah Becker Soares
local.contributor.referee1Yara Goulart Liberato
local.description.resumoEsta dissertação procura explicitar alguns dos recursos que o leitor utiliza, sem consciência de que o faz, para enfrentar as tare fas necessárias ao processamento das sequências de sentenças que constituem um texto. A primeira parte do trabalho apresenta uma perspectiva teórica sobre as linhas gerais desse processamento. Assim, a seção 1.1 tenta descrever o funcionamento da leitura como processo previsivo, clareando o relacionamento entre dois fatores nela envolvidos, informação visual e informação não-visual, inclusive exemplificando a participação de um dos componentes desta última, os esquemas de informação interiorizados pelo leitor, no processo de previsão. Por sua vez, a seção 1.2 busca detalhar o funcionamento desses esquemas, que permitiriam ao leitor fazer as previsões necessárias a compreensão, através do preenchimento das variáveis, um dos tipos de constituintes dos referidos esquemas. Outro constituinte dos esquemas as expectativas é também estudado na seção 1.2, que discute sua importância crucial no modelo teórico de 'compreensão previsiva' da leitura, na medida em que o leitor basearia suas previsões, em larga parte, nas expectativas presentes nos esquemas. Além disso, a seção 1.2 exemplifição processamento de sentenças explicitando a participação de todos os constituintes dos esquemas, não apenas as mencionadas variáveis e expectativas, mas também o núcleo. Já a seção 1.3 procura determinar o papel dos conectivos na compreensão de textos, situando-os em um quadro de recursos à disposição do leitor para que este possa captar as relações entre as sentenças do texto, no que chamo de 'sinalização'. A segunda parte da dissertação objetiva desenvolver a discussão dos recursos imediatamente antes referidos a partir dos quais o leitor desvenda as relações intersentenciais do texto. Nesse sentido, as seções 2.1 e 2.2 estabelecem quatro traços semânticos relacionais Expectativa, Causalidade, Seqüência Temporal e Realidade que interviriam no processamento de textos. A seção 2.3 mostra que esses traços parecem concentrar-se como feixes nas conexões de sentenças, feixes processados simultaneamente pelo leitor. E os recursos com que o leitor realizaria tal processamento são levantados na seção 2.4. Finalmente, a terceira parte do trabalho aborda implicações pedagógicas do mesmo, quanto a elaboração e avaliação de textos, relativas ao emprego do conectivo e na superação da insuficiência de informação esquemática para a compreensão de relações entre sentenças nas quais ocorrem dois dos traços semânticos relacionais pesquisados, a saber, [2 Expectativa] e [1 Seqüência Temporal].
local.publisher.initialsUFMG

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