Diagnóstico do vírus da Reticuloendoteliose Aviária por Imunohistoquímica e Hibridização In Situ

dc.creatorVitor Laercio de Sa Leal Santos
dc.date.accessioned2019-08-14T16:24:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:00Z
dc.date.available2019-08-14T16:24:05Z
dc.date.issued2007-12-17
dc.description.abstractReticuloendotheliosis virus (REV) is a retrovirus that infects a variety of domestic and wild birds. REV infection can result in immunosuppression, runting syndrome, high mortality, or acute reticular cell neoplasia and/or T- or B-cell lymphomas. Lymphomas caused by REV resemble those associated with Avian Leucosis (AL) and Mareks disease (MD). Therefore, histopathologic differentiation of these diseases is not possible. Currently available diagnostic methods for REV do not detect active infections. In order to develop mass screening diagnostic methods for REV active infections, namely in situ hybridization (ISH) and immunohistochemistry (IHC), slides sections from experimentally inoculated 10% formalin-fixed, and paraffin embedded cultured DF-1 chicken embryo fibroblasts (DF-1 CEF), as well as tissues from experimentally infected Japanese quail embryos tissues, and archive tissues from birds with natural and experimental infections were used. ISH and IHC assays were developed using riboprobe templates (REV-APC 566) and a commercially available polyclonal avian REV antiserum, respectively. These ISH and IHC protocols were adequate to detect REV genomic sequences and antigens in cultured cells and embryo tissues experimentally inoculated. No evidence of cross reactions or labeling of cells infected with representative strains of Avian Leucosis/sarcoma group of viruses (ALV) were observed, confirming the specificity of these methods. Only one case (in a total of 10 cases) of archive paraffin embedded tissues with previous diagnosis of reticuloendotheliosis was positive by ISH and IHC, indicating lack of active infection, which can impair the sensitivity of the ISH and IHC developed in this study. In conclusion, the diagnostic assays described here, were suitable to identify active REV infections
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-83GNM9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectImunohistoquímica
dc.subjectAve doméstica Doenças
dc.subjectViroses em ave doméstica
dc.subject.otherimunohistoquímica
dc.subject.otherReticuloendoteliose
dc.titleDiagnóstico do vírus da Reticuloendoteliose Aviária por Imunohistoquímica e Hibridização In Situ
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Andrey Pereira Lage
local.contributor.advisor1Renato de Lima Santos
local.contributor.referee1Nelson Rodrigo da Silva Martins
local.contributor.referee1Edel Figueiredo Barbosa
local.contributor.referee1Josiane Tavares de Abreu
local.description.resumoO vírus da reticuloendoteliose (VRE) é um retrovírus que infecta várias aves domésticas e silvestres. A infecção pelo VRE pode resultar em imunossupressão, síndrome do definhamento, alta mortalidade ou neoplasia aguda de células reticulares e/ou linfomas de células B ou T. Casos de linfomas causados pelo VRE são semelhantes aos observados na Leucose Aviária (LA) e doença de Marek (DM), o que impossibilita a diferenciação histopatológica entre estas doenças. A metodologia diagnóstica adotada atualmente para o VRE não permite detecção de infecções ativas causadas por este vírus. O presente estudo objetivou o desenvolvimento de métodos de diagnóstico para a detecção de infecções ativas pelo VRE. Foram utilizados amostras, fixadas em formalina a 10% e embebidas em parafina, de fibroblastos de embriões de galinhas - DF-1 CEF e de tecidos de embriões de codorna experimentalmente infectados com o VRE, além de tecidos provenientes de arquivo referentes a infecções naturais e experimentais pelo VRE em galinhas e perus. Os métodos de hibridização in situ e imunohistoquímica foram desenvolvidos utilizando, sonda de RNA construída a partir da variante APC 566 e, anticorpo policlonal anti-VRE disponível comercialmente, respectivamente. Os protocolos de HIS e IHQ desenvolvidos neste estudo foram adequados para a detecção do genoma e antígenos virais das variantes do VRE testadas em células e tecidos embrionários inoculados experimentalmente. Reações cruzadas ou de vírus representativos do grupo Leucose/sarcoma aviário não foram evidenciadas, confirmando a especificidade dos métodos. Em casos de arquivo com transformação neoplásica e diagnóstico prévio de VRE, observou-se marcação positiva em apenas uma amostra (de um total de 10), sugerindo ausência de infecção ativa nestes casos, o que pode comprometer a sensibilidade da HIS e IHQ. Portanto, os métodos de HIS e IHQ desenvolvidos neste estudo, são eficazes para a identificação de infecções ativas pelo VRE
local.publisher.initialsUFMG

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