Etnoconservação e pós desenvolvimento: uma análise a partir de processos e práticas locais.

dc.creatorAna Paula Gomes de Melo
dc.creatorAna Paula Glinfkói Thé
dc.date.accessioned2022-04-01T15:48:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:53Z
dc.date.available2022-04-01T15:48:23Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.issn2358-3991
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40698
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso em Desenvolvimento Social: Desafios e à Democracia e Bens Comuns
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunidade - Desenvolvimento
dc.subjectProteção ambiental
dc.subjectConhecimento tradicional associado
dc.titleEtnoconservação e pós desenvolvimento: uma análise a partir de processos e práticas locais.
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage1626
local.citation.issue6
local.citation.spage1619
local.description.resumoO termo “desenvolvimento” tem sido intensamente debatido por diversos autores e muitas de suas nuances evidenciadas e discutidas tanto no campo da Economia quanto no das Ciências Sociais. (Esteva, 2000; Kilksberg, 2010; Sen, 2000; Abramovay, 2000). No entanto, as definições convencionais e a noção que predomina na sociedade são aquelas que associam o desenvolvimento à ideia de progresso e ao fenômeno da globalização. Ao fenômeno da globalização associa-se o denominado “desenraizamento”; processo que, se intensifica com a dominação econômica dos países centrais sobre os periféricos. Mas, a questão é: em que medida a globalização e suas consequências têm promovido o desenvolvimento? Ao se considerar a mais recente noção de pós-desenvolvimento, percebe-se que a globalização não passa de uma nova roupagem para os argumentos em defesa do mero crescimento econômico, pautado apenas no PIB, que assevera as condições de desigualdade social, pobreza e degradação ambiental. Nesta perspectiva, os autores discutidos neste artigo defendem o desenvolvimento pensado a partir das culturas locais; trata-se valorizar alternativas e possibilidades de um desenvolvimento pautado em racionalidades que refletem aspectos culturais e ecológicos e evidenciam a relação entre a experiência local, a produção do conhecimento e a prática de iniciativas inovadoras. Nesta perspectiva, a partir das categorias discutidas principalmente por Escobar (2005) e Diegues (2001), pretende-se debater a relação do lugar e a prática da conservação ambiental em tempos de globalização.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8291-9712
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://congressods.com.br/sexto/index.php/aceites/gt-08

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