Healthy lifestyle by race/skin color and educational level in Brazil

dc.creatorMariana Souza Lopes
dc.creatorPatrícia Pinheiro de Freitas
dc.creatorCaroline Otoni da Silva
dc.creatorRaquel de Deus Mendonça
dc.creatorSuellen Fabiane Campos
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorAline Cristine Souza Lopes
dc.date.accessioned2024-01-11T22:26:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:58Z
dc.date.available2024-01-11T22:26:29Z
dc.date.issued2021-10-01
dc.description.abstractEste estudo objetivou descrever a prevalência de estilos de vida saudáveis e examinar sua associação com o efeito combinados da cor da pele e a escolaridade no Brasil. Estudo transversal. Os dados foram obtidos da Pesquisa Nacional de Saúde 2013, no Brasil. A cor da pele foi categorizada em branco, pardo e negro e a escolaridade em baixa, média ou alta. Para avaliar os efeitos da cor da pele e dos níveis de escolaridade, foi criada uma variável combinada. Os fatores de estilo de vida saudável consistiram em: não fumante; não consumo de risco de álcool; consumo diário de frutas, consumo diário de verduras e legumes e ser ativo. O estilo de vida foi categorizado como menos saudável ou mais saudável. Dos 59.249 participantes, 18,4% dos autodeclararados brancos e 6,8% dos autodeclarados pretos referiram ter ensino superior. O status de estilo de vida saudável diferiu por cor de pele e nível educacional. A prevalência de 3 ou mais parâmetros foi superior a 80% entre os indivíduos com alta escolaridade, independentemente da cor da pele. A associação do estilo de vida saudável com os efeitos combinados da cor da pele e da escolaridade permaneceu significativa após os ajustes, exceto entre aqueles com cor de pele classificada como parda e preta com alto nível educacional. A escolaridade pode ser um dos importantes determinantes estruturais do estado de saúde no Brasil, principalmente entre aqueles que se autodeclaram pretos e pardos. O investimento em educação pode ser útil para reduzir as desigualdades raciais.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.33448/rsd-v10i12.20911
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62660
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde das minorias étnicas
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectEscolaridade
dc.subjectEstilo de vida saudável
dc.subjectDieta saudável
dc.subject.otherEthnicity and health
dc.subject.otherRacial health inequalities
dc.subject.otherSocioeconomic factors
dc.subject.otherPrevention and control lifestyle
dc.titleHealthy lifestyle by race/skin color and educational level in Brazil
dc.title.alternativeEstilo de vida saudável por raça/cor da pele e nível educacional no Brasil
dc.title.alternativeEstilo de vida saludable por raza/color de piel y nivel educativo en Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue12
local.citation.volume10
local.description.resumoThis study aimed to describe the prevalence of healthy lifestyles and examine its association to the combined effects of race and educational level in Brazil. Cross-sectional study. Data were obtained from the 2013 National Health Survey. Race was categorized as white, brown, or black, and educational level as low, medium, or high. To assess the combined effects of race and educational level, a combined variable was created. Healthy lifestyle factors were: non current smoker; non risk use of alcohol; daily consumption of fruit, and vegetables and being active. Lifestyle status was categorized as less healthy or healthier. Of the 59,249 participants, 18.4% of the whites and 6.8% of blacks reported higher education, respectively. Healthy lifestyle status differed by race and educational level. The prevalence of 3 or more parameters were higher than 80% among individuals with high educational levels, regardless of race. The association of healthy lifestyle status with the combined effects of both race and educational levels remained significant after adjustments, except in blacks and browns with high educational levels. Education may be one of an important structural determinant of health status in Brazil, especially among blacks and browns. Investments in education can be helpfull to reduce racial inequalities.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3128-7959
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9355-3066
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6453-8609
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7599-8715
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4258-9100
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9782-2606
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
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