Salinidade e concentração de presas na larvicultura de killifish anual Hypsolebias radiseriatus (Cyprinodontiformes: Rivulidae)

dc.creatorLuciano Medeiros de Araujo
dc.date.accessioned2019-08-14T02:53:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:26:45Z
dc.date.available2019-08-14T02:53:32Z
dc.date.issued2017-02-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ARDHE6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArtêmia
dc.subjectSalinidade
dc.subjectPeixe Larva
dc.subjectPeixe ornamental Criação
dc.subject.otherPeixe ornamental
dc.subject.otherArtemia
dc.subject.otherPeixe anual
dc.titleSalinidade e concentração de presas na larvicultura de killifish anual Hypsolebias radiseriatus (Cyprinodontiformes: Rivulidae)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ronald Kennedy Luz
local.contributor.referee1Deliane Cristina Costa
local.contributor.referee1Daniela Chemim de Melo
local.description.resumoA larvicultura é considerada a fase crítica na produção de peixes. Alguns killifishes são anuais e são os únicos vertebrados onde os embriões podem, em certo momento, dependendo das condições ambientais, optarem por caminhos distintos de desenvolvimento, podendo este ser direto ou por diapausas. Para a espécie Hypsolebias radiseriatus ainda não existe nenhum dado de produção de juvenis. O objetivo deste trabalho foi avaliar a tolerância a diferentes gradientes de salinidade e realizar a larvicultura de H. radiseriatus em diferentes concentrações de presa e salinidade da água. Para os testes de tolerância, foram utilizadas larvas recém-eclodidas, onde foi realizado o choque osmótico (experimento I) e aclimatação gradual (experimento II) às seguintes salinidades: água doce, 2, 4, 6 e 8 g de sal/L. As observações foram realizadas até 96 horas. No experimento III, larvas recém eclodidas foram estocadas na densidade de 4 larvas L-1 e submetidas a três salinidades da água a saber: S0 - água doce, S2 - 2 g de sal L-1 e S4 - 4 g de sal L-1, e três concentrações diárias iniciais de presas: 100, 300 e 500 náuplios de artêmia larva-1 em esquema fatorial 3 × 3 com três repetições cada. A larvicultura teve duração de 35 dias. No experimento I e II a sobrevivência sofreu influência apenas na salinidade de 8 g de sal L-1 (P<0,01). Para o peso houve redução a partir de 6 g de sal L-1 (experimento I) e 8 g de sal L-1 (experimento II). No experimento III, a amônia total foi maior para a maior concentração de presas testada independente da salinidade da água. Após 15 dias, a sobrevivência foi menor a 4 g de sal L-1 e verificou-se efeitos tanto da salinidade, como da concentração de presas e da interação entre estes fatores no desempenho das larvas com menores valores para S4P100. Após 35 dias o comprimento não apresentou efeito da salinidade, concentração de presas e da interação entre os fatores (P>0,05). O peso foi influenciado somente pela concentração de presas (P<0,05) com maiores valores para P500. A sobrevivência foi influenciada pela salinidade (P<0,01) e pela concentração de presas (P<0.05), sem efeito da interação (P>0,05). A pior sobrevivência foi para S4 e para P100. Logo, a larvicultura de H. radiseriatus pode ser realizada em salinidade de até 2 g de sal L-1, com a maior concentração de presas testada neste experimento.
local.publisher.initialsUFMG

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