De spray na mão: cotidiano, discriminação e resistências de grafiteiras de Belo Horizonte

dc.creatorAlexsandra Nascimento da Silva
dc.date.accessioned2019-10-11T22:49:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:30:37Z
dc.date.available2019-10-11T22:49:40Z
dc.date.issued2019-06-17
dc.description.abstractGraphite is an expression that has undergone numerous modifications over time, but that has as a modern landmark of origin the revolts of May of 1960, when it was symbol of revolt. In a preliminary investigation on the subject in Belo Horizonte, it was observed that being a graffiti artist was different from being a graffiti artist. In the meantime, a qualitative research was carried out to understand how subjectively the graffiti artists are constructed in the city, under the perspective of capitalist subjectivities. The history of graphite and gender issues was also considered. A field research was conducted consisting of interviews, participant observation and field journals. The main results point to a daily life full of discrimination because they are women, but for which they adopt a stance of resistance. In addition, in front of the capitalist questions, it is sometimes argued that the stance is one of resistance, now it is co-optation by the capitalist regime.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/30338
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDiscriminação de sexo contra as mulheres
dc.subjectGrafite – Belo Horizonte (MG)
dc.subject.otherGrafite
dc.subject.otherSubjetividades capitalísticas
dc.subject.otherGênero
dc.titleDe spray na mão: cotidiano, discriminação e resistências de grafiteiras de Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alexandre de Pádua Carrieri
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0555523196295968
local.contributor.referee1Cristiana Trindade Ituassu
local.contributor.referee1Angela Cristina Salgueiro Marques
local.contributor.referee1Raquel de Oliveira Barreto
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2418535260487371
local.description.resumoO grafite é uma expressão que sofreu inúmeras modificações ao longo do tempo, mas que possui como marco moderno de origem as revoltas de maio de 1960, quando foi símbolo de revolta. Em uma investigação preliminar sobre o tema em Belo Horizonte, observou-se que ser grafiteira era diferente de ser grafiteiro. Neste ínterim, realizou-se uma pesquisa qualitativa que visava compreender como ocorrem os processos de subjetivação das grafiteiras na cidade, sob a perspectiva das subjetividades capitalísticas. Considerou-se também o histórico do grafite e questões relativas a gênero. Realizou-se uma pesquisa de campo composta por entrevistas, observação participante e diários de campo. Os principais resultados apontam para um cotidiano repleto de discriminação pelo fato de serem mulheres, mas para o qual elas adotam uma postura de resistência. Ademais, frente, às questões capitalísticas, tem-se que ora a postura é de resistência, ora é de cooptação pelo regime capitalista.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Administração

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