A "seca gorda": transformações socioeconômicas na estiagem 2011/2019 no semiárido de Minas Gerais

dc.creatorAureo Eduardo Magalhães Ribeiro
dc.date.accessioned2025-07-14T13:07:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:30Z
dc.date.available2025-07-14T13:07:37Z
dc.date.issued2024
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.29327/62-congresso-da-sober-397784.818028
dc.identifier.isbn9786527206781
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83535
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartof62º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAgricultura de regiões áridas
dc.subjectMudanças climáticas
dc.subjectRecursos hídricos – Desenvolvimento
dc.subject.otherAclimatação
dc.subject.otherMudanças climáticas
dc.subject.otherRecursos hídricos – Desenvolvimento
dc.titleA "seca gorda": transformações socioeconômicas na estiagem 2011/2019 no semiárido de Minas Gerais
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage9
local.citation.issue62
local.citation.spage6
local.description.resumoOs resultados das secas prolongadas costumam ser catastróficos para agricultores do Semiárido. Desde fins do século XIX as grandes estiagens assombram o imaginário dos brasileiros e afetam a toda a sociedade envolvente, graças às suas consequências danosas. Nessas ocasiões, os brasileiros se acostumaram a conviver com a certeza de que cada seca era acompanhada por desvios de dotações que sustentavam mandões com a “indústria da seca”, a barganha que convertia em benefício pessoal os recursos públicos destinados ao atendimento da população. A pesquisa que originou a comunicação se baseia em duas fontes diferentes: pesquisas de campo continuadas executadas no período 2011/2023 que acompanharam de forma persistente as condições de vida e produção de famílias rurais do Jequitinhonha e Norte de Minas; trabalhos publicados no período 2014/2024, que formaram um corpo de estudos sobre o abastecimento e a circulação de águas em comunidades rurais que passaram por restrições de oferta durante a grande seca. Seca aumentada, seguida por mudanças econômicas, demográficas e políticas, implicou – conforme mostram indicadores ainda dispersos de pesquisa – em melhorias de qualidade de vida e, surpreendentemente, em melhorias de oferta de águas. Mas surpreendente ainda: esse cenário evoluiu positivamente na triste quadra Temer/Bolsonaro, que foi marcada pela ausência de novos programas e, mais que isso, na restrição a muitos dos programas existentes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/62-congresso-da-sober-397784/818022-populacao-rural-aguas-e-secas-no-semiarido-de-minas-gerais/

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