Indústrias relacionadas, complexidade econômica e diversificação regional: uma aplicação para microrregiões brasileiras

dc.creatorElton Eduardo Freitas
dc.date.accessioned2021-09-08T17:34:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:26Z
dc.date.available2021-09-08T17:34:38Z
dc.date.issued2019-03-28
dc.description.abstractThis work contributes to the conceptual and empirical literature on regional diversification as a process of related industrial diversification. It does so in three ways. First, by connecting the literature on agglomeration economies with that of regional diversification and with that of economic complexity. Secondly, by developing a new measure of coherence between economic activities. Finally, by using micro data from Brazil, it provides empirical evidence for the process of diversification on a regional scale, rather than on national level. The empirical work shows that productive specialization of regions is a strongly path dependent process, and new economic activity is conditioned by the already existing productive structure. Thus, regions diversify, branching into sectors related to their current specialization. The analyzes suggest that it is difficult to attract new industries to a region if they are technologically distant from existing local activities. Moreover, even if they do enter a region, there are high probabilities of then exiting the area, if they are technologically distant from local activities. This difficulty becomes even greater in the case of complex industries. We picture this as a diversification dilemma brought about by a low complexity trap. Finally, we present empirical evidence that complex economic activities are concentrated in large regions. The analyzes suggest that larger regions, with a larger and more diverse set of skills, are more likely to develop new complex industries.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37951
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectConcentração industrial
dc.subjectZonas industriais
dc.subjectEconomia regional
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherComplexidade econômica
dc.subject.otherRelacionamento industrial
dc.subject.otherDiversificação regional
dc.subject.otherCoesão tecnológica
dc.titleIndústrias relacionadas, complexidade econômica e diversificação regional: uma aplicação para microrregiões brasileiras
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Pedro Vasconcelos Maia do Amaral
local.contributor.advisor1Gustavo de Britto Rocha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5668137663316742
local.contributor.referee1João Prates Romero
local.contributor.referee1Leonardo Costa Ribeiro
local.contributor.referee1Fernanda de Negri
local.contributor.referee1Célio Hiratuka
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7115134234408070
local.description.resumoEste trabalho contribui para a literatura conceitual e empírica sobre diversificação regional como um processo de diversificação industrial relacionada. Isso é feito de três maneiras. Primeiro, conecta-se a literatura sobre economias de aglomeração com a da diversificação regional e com a da complexidade econômica. Em segundo lugar, uma nova medida de coerência entre as atividades econômicas é desenvolvida. Finalmente, por meio do uso de microdados de emprego do Brasil, fornece-se evidências empíricas para o processo de diversificação em escala regional, e não em escala nacional. O exercício empírico mostra que a especialização produtiva das regiões é um processo fortemente dependente de trajetória, em que a nova atividade econômica é condicionada pela estrutura produtiva já existente. As regiões se diversificam, ramificando-se em setores relacionados à sua atual especialização. As análises realizadas sugerem que é difícil atrair novas indústrias para uma região se elas estiverem tecnologicamente distantes das atividades locais existentes. Além disso, mesmo que entrem em uma região, as probabilidades de saída são altas se estiverem tecnologicamente distantes das atividades locais. Essa dificuldade se torna ainda maior no caso de indústrias complexas. Imaginamos isso como um dilema de diversificação causado por uma armadilha de baixa complexidade. Por fim, apresentamos evidências empíricas de que atividades econômicas complexas se concentram nas grandes regiões. As análises sugerem que as regiões maiores, com um conjunto maior e mais diversificado de habilidades, têm uma maior probabilidade de desenvolver novas indústrias complexas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia

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