Aspectos zoo-sanitários em caprinos de diferentes formas de exploração no sul de Goiás e Distrito Federal

dc.creatorWilia Marta Elsner Diederichsen de Brito
dc.date.accessioned2019-08-12T13:23:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:15Z
dc.date.available2019-08-12T13:23:30Z
dc.date.issued1985-01-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8RAP49
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaude animal
dc.subjectCaprino Criação
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAspectos zoo-sanitários em caprinos de diferentes formas de exploração no sul de Goiás e Distrito Federal
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Jose Ailton da Silva
local.contributor.referee1Thea Mirian Medeiros Machado
local.description.resumoEste trabalho visou conhecer alguns aspectos das infecções causadas por Leptospiras, Brucela, vírus da Leucose Enzoótica e da Febre Aftosa em 347 caprinos do sul de Goiás e Distrito Federal criados em diferentes formas de exploração. Foram pesquisados animais de ambos os sexos, estratificados em três faixas etárias (cria, recria e adultos). Para leptospirose verificou-se que 7,8% dos animais pesquisados apresentavam aglutininas frente e 15 sorotipos pesquisados pelo teste de aglutinação microscópica rápida. Foi encontrado maior número de reagentes no grupo de subsistência e/ou complementação (12,8%) seguindo-se o grupo de corte (7,8%) e o grupo leiteiro (3,3%). Ocorreram mais reagentes entre animais adultos (13,3%) que entre animais de recria (3,8%), e de cria (0,0%). L. autumnalis foi a mais freqüente (35,7%) seguida dos sorotipos ballum (21,4%), grippotyphose (17,9%), hardjo (14,3%), sejroe (7,1%) e pyrogenes (3,7%). Para brucelose, a soroaglutinação lenta mostrou apenas duas (0,5%) reações com título 1:25, suspeito, pertinentes ao grupo de corte. Não foram encontrados reagentes ao vírus de leucose enzoótica pela pela imunodifusão em gel-agar. Quanto à febre aftosa, verificou-se que 2,3% das amostras testadas pela imunodifusão em gel-agar apresentavam anticorpos anti-VIA, ocorrendo com maior freqüência no grupo de corte (3,5%) que no de subsistência (2,8%) ou no leiteiro (0,8%). Todos os animais (100,0%) reagentes estavam incluídos entre os animais adultos.
local.publisher.initialsUFMG

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