Teoria da literatura e teoria da cinema: a crise e o fantasma

dc.creatorPedro Henrique Trindade Kalil Auad
dc.date.accessioned2019-08-14T12:36:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:45:09Z
dc.date.available2019-08-14T12:36:35Z
dc.date.issued2014-05-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9KDKE6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTeoria feminista
dc.subjectLiteratura História e crítica
dc.subjectCinema e literatura
dc.subject.otherteoria da literatura
dc.subject.otherteoria contemporânea
dc.subject.otherteoria do cinema
dc.titleTeoria da literatura e teoria da cinema: a crise e o fantasma
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Leda Maria Martins
local.contributor.referee1Sandra Regina Goulart Almeida
local.contributor.referee1Eneida Maria de Souza
local.contributor.referee1Idelber Vasconcelos Avelar
local.contributor.referee1Jair Tadeu da Fonseca
local.description.resumoEsta tese tem como objeto de estudo a Teoria da Literatura e a Teoria do Cinema. O objetivo principal é investigar o senso comum construído a respeito dessas teorias e desmistificar certos preceitos que são reafirmados na contemporaneidade, principalmente em torno do discurso sobre a crise das teorias. São analisados três grandes blocos teóricos: o Formalismo Russo e as Teorias da Montagem Soviéticas; Roland Barthes e a revista francesa Cahiers du Cinema; as teorias feministas, tanto do cinema, quanto da literatura. No primeiro bloco é jogada luz sobre a peleja entre os discursos teóricos que se querem como científicos e aqueles outros discursos que se pretendem mais culturalistas. No segundo, discute-se a figura do autor e o seu oposto complementar, o leitor, e o embate entre esses dois lugares que se torna mais tensionado na França durante o pós-guerra. No terceiro bloco, a problemática a respeito do cânone, da história literária e da história cinematográfica, é questionada sob o viés de uma teoria feminista que coloca em jogo a representação e as ideologias. Por fim, é analisada também a questão das ideologias dentro das teorias e a sua tradição inventada, para, daí, se questionar os discursos sobre a suposta crise contemporânea. Postulamos que a teoria não terminou - mesmo com todo o discurso sobre o 'fim' da teoria ou o momento pós-teórico -, mas se transformou e, tal como um fantasma, volta ao revir
local.publisher.initialsUFMG

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