Experimentações corporais e produção de outros modos de subjetivação no dispositivo educação em saúde.

dc.creatorAmanda Nathale Soares
dc.date.accessioned2019-08-09T21:51:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:36:40Z
dc.date.available2019-08-09T21:51:00Z
dc.date.issued2017-11-10
dc.description.abstractThis research grows amid the problematization of the ways in which health education practices in Primary Health Care (APS) and the process of training health professionals in the formal context and at work in relation to education in health. It is a proposal that led to the production of other modes of subjectivation in the Health Education Device, which means creating the conditions to break with dominant models in the field of health education, which attempt to produce certain modes of action and learning based on normativity and homogenization. We bet on proposing bodily trials to APS health professionals from a city of Minas Gerais to move the lines of subjectivity that make up this Device. Our objective was to analyze the possibilities of bodily experimentation to favor APS health professionals to produce other modes of subjectivation in the Health Education Device. For the creation and proposition of bodily trials, I went through three approximate paths that intersected each other in the composition of possibilities of accomplishment of this study: approximation with realities of the APS, with some bodies and with the field. For the development of this research, we chose Cartographic Interference-Research, using observation, interview and photography for data production. Among corporal experimentations, we observed exercises of pre-established social roles which, operated by codifications and classifications, tended to conform to a universal model of acting and of forming relations. We observed too also lines of escape, which were ruptures with already experienced ways of existing and who have composed themselves into other forms of feeling and experiencing. There is, in the effects of the proposed bodily trials, a subversive power that breaks the codes and classifications that are imposed in the field of health education through biomedicine. Setting up a new betting plan requires us to install cracks in the conceptual-experimental strata of health education to intensify what is most beautiful in an educational meeting: the production of life. This study was approved by the Research Ethics Committee of UFMG - CAAE 44339315.5.0000.5149.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ANDO-AUVNEJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPromoção da Saúde
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectAgentes Comunitários de Saúde/educação
dc.subjectCorpo Humano
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectInquéritos e Questionários
dc.subjectFilosofia em Enfermagem
dc.subjectEducação em Saúde/metodos
dc.subject.otherAgentes Comunitários de Saúde
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherEducação em Saúde
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherSaúde Pública
dc.titleExperimentações corporais e produção de outros modos de subjetivação no dispositivo educação em saúde.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Flavia Carvalho Gazzinelli
local.contributor.referee1Roberta Carvalho Romagnoli
local.contributor.referee1Joao Leite Ferreira Neto
local.contributor.referee1Erica Dumont Pena
local.contributor.referee1Thiago Ranniery Moreira de Oliveira
local.description.resumoEsta pesquisa cresce em meio à problematização sobre os modos como têm sido desenvolvidas as práticas educativas em saúde na Atenção Primária à Saúde (APS) e o processo de formação das/os profissionais de saúde, no contexto formal e no trabalho, em relação à educação em saúde. Trata-se de uma proposta que ensejou a produção de outros modos de subjetivação no Dispositivo Educação em Saúde, o que significa criar condições para romper com modelizações dominantes no campo da educação em saúde, que intentam produzir determinados modos de agir e de aprender pautados na normatividade e na homogeneização. Apostamos na proposição de experimentações corporais a profissionais de saúde da APS de um município de Minas Gerais para fazer movimentar as linhas de subjetividade que compõem esse Dispositivo. Nosso objetivo foi então analisar as possibilidades de experimentações corporais favorecerem a profissionais de saúde da APS a produção de outros modos de subjetivação no Dispositivo Educação em Saúde. Para a criação e a proposição das experimentações corporais, percorri três caminhos aproximativos que se entrecruzaram na composição de possibilidades de realização deste estudo: aproximação com realidades da APS, com uns corpos e com o campo. Para o desenvolvimento desta pesquisa, optamos pela Pesquisa-Interferência cartográfica, utilizando a observação, a entrevista e a fotografia para a produção dos dados. Entre as experimentações corporais, observamos exercícios de papeis sociais pré-estabelecidos que, operados por codificações e classificações, tenderam a conformar um modelo universal de agir e de constituir relações. Também observamos linhas de fuga, devires que instauraram rupturas com modos já experimentados de existir e que se compuseram em outras formas de sentir e de experimentar. Há, nos efeitos das experimentações corporais propostas, uma potência subversiva que faz romper com os códigos e as classificações que se impõem no campo da educação em saúde via biomedicina. Constituir um novo plano de apostas exige que instauremos rachaduras nos estratos conceituais-experimentais da educação em saúde para intensificarmos o que há de mais belo em um encontro educativo: a produção de vida. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMG CAAE 44339315.5.0000.5149.
local.publisher.initialsUFMG

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