Inclusão de alunos diagnosticados com TEA nas aulas de educação física no contexto do Colégio Militar de Belo Horizonte: olhares e práticas pedagógicas

dc.creatorAntônio Messias de Aquino Júnior
dc.date.accessioned2024-12-04T14:09:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:45Z
dc.date.available2024-12-04T14:09:34Z
dc.date.issued2024-08-29
dc.description.abstractThis work presents the perception of Physical Education teachers at Colégio Militar de Belo Horizonte regarding the inclusion of students diagnosed with ASD in Physical Education classes. The objective was to analyze how the process of inclusion of students with ASD takes place from the teachers' perspective, identifying the main challenges, as well as sharing experiences, successful or not, in order to outline the best paths for inclusion to happen in a positive,effective way. The research paths involve a descriptive, qualitative approach, with action research and teaching research methodology, using the focus group as an instrument (4 meetings). Six male and three female teachers from CMBH participated in the research. Teachers reported having shallow or insufficient knowledge on working with individuals with ASD. Among the feelings in this performance: insecurity, challenge, leaving the comfort zone, frustration/gratification were the most reported by research participants. Regarding knowledge for working with students with disabilities, teachers reported that training (initial/continued) contributed little to working with this audience. The results of the study show that CMBH teachers have been looking for alternatives so that inclusion can occur in the context of Physical Education classes and that moments of collective construction of knowledge are opportune to share anxieties and successful experiences, as well as minimize feelings of insecurity when working with students with ASD. As a product of this research, a notebook of inclusive practices was created, highlighting the strategies followed by Physical Education teachers at the Colégio Militar de Belo Horizonte depending on the characteristics of each student.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78442
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação física - Estudo e ensino
dc.subjectAutismo
dc.subjectInclusão em educação
dc.subject.otherEscola
dc.subject.otherInclusão
dc.subject.otherTEA
dc.subject.otherEducação Física escolar
dc.subject.otherPráticas pedagógicas
dc.titleInclusão de alunos diagnosticados com TEA nas aulas de educação física no contexto do Colégio Militar de Belo Horizonte: olhares e práticas pedagógicas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Isabel Cristina Vieira Coimbra Diniz
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8193448308248291
local.contributor.referee1Admir Soares de Almeida Júnior
local.contributor.referee1Tatiana Lima Boletini
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3365663723327752
local.description.resumoO presente trabalho traz a percepção dos professores de Educação Física do Colégio Militar de Belo Horizonte acerca da inclusão de alunos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas aulas de Educação Física. O objetivo foi analisar como se dá o processo de inclusão de estudantes com TEA a partir dos olhares dos docentes, identificando os principais desafios, bem como partilhando experiências, exitosas ou não, no sentido de se traçar os melhores caminhos para que a inclusão aconteça de forma efetiva. Nesse contexto, os caminhos da pesquisa passam por uma abordagem descritiva, qualitativa, com a metodologia pesquisa-ação/pesquisa-ensino, tendo como instrumento o grupo focal (4 encontros). Participaram da pesquisa 06 professores e 03 professoras do Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH). Os docentes relataram ter conhecimento raso ou insuficiente para se trabalhar com indivíduos com TEA. Entre os sentimentos manifestados pelos participantes estão: insegurança, desafio, sair da zona de conforto, frustração e gratificação, os quais foram os mais relatados pelos participantes da pesquisa. Sobre conhecimentos para se trabalhar com alunos com deficiência, os docentes relataram que formação (inicial/continuada) pouco contribuiu para a atuação com esse público. Desse modo, os resultados do estudo mostram que os educadores do CMBH têm buscado alternativas para que a inclusão ocorra no contexto das aulas de Educação Física e que os momentos de construção coletiva do conhecimento se constituem como oportunos para partilhar as angústias e experiências exitosas, bem como minimizar os sentimentos de insegurança ao se trabalhar com alunos com TEA. Sendo assim, como produto desta pesquisa, foi elaborado um caderno de práticas inclusivas, destacando-se as estratégias adotadas pelos professores de Educação Física do Colégio Militar de Belo Horizonte em função das características de cada aluno.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Física - Mestrado Profissional

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