Estudo sobre aspectos psicossociais, qualidade de vida e traços de personalidade associados à depressão gestacional

dc.creatorMayra Yara Martins Brancaglion
dc.date.accessioned2019-08-11T03:41:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:59Z
dc.date.available2019-08-11T03:41:24Z
dc.date.issued2013-07-15
dc.description.abstractThe Major Depression (MD) is considered a psychiatric disorder health problem in all word, since it is present in people of all nationalities. It is estimated that 17% of women meet criteria for the diagnosis of DM at some point in life and the risk of developing a first episode of depression seems to be higher during the reproductive period. The development of depression in the antenatal period is named gestational depression (GD) and can bring severe damage to the mother and the developing fetus. A cohort of one hundred and eighty women who had prenatal care at the Hospital of the Federal University of Minas Gerais (HC-UFMG) had their data collected during the second and third trimesters of pregnancy. It was analyzed in this study, and the subjects were separated into groups high obstetric risk and standard obstetric risk. In order to achieve this, there were applied semi-structured interview questions composed by the researchers responsible for this study; structured psychiatric interview (MINI Plus 5.0); questionnaires of depressive symptoms: Edinburgh Postpartum Depression Scale (EPDS), Beck Depression Inventory (BDI) and Hamilton Depression Scale - 17 items (HAM-D 17), and also a quality of life questionnaire (WHOQOL-BREF) and the Temperament and Character Inventory (TCI). In conclusion, this study corroborates the notion that the etiopathology of GD is influenced by multiple factors. There are psychosocial conditions that influence the development of GD: number of children, comorbidity of premenstrual dysphoric disorder (TDPM), and socioeconomic status. The obstetric risk and personality traits also influence the onset of GD. The quality of life of women with GD is greatly altered during pregnancy, therefore, replications of this study in larger samples and independent investigations of the implications of the results in postpartum would be of great importance.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9DUG3U
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDepressão/epidemiologia
dc.subjectDepressão mental
dc.subjectTranstornos puerperais
dc.subjectDepressão/psicologia
dc.subjectEstudos de coortes
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectEntrevista psicológica
dc.subjectComplicações na gravidez
dc.subjectDiagnóstico pré-natal
dc.subjectSaúde materno-infantil
dc.subjectGravidez
dc.subject.otherDepressão gestacional
dc.subject.otherTraços de personalidade
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherAspectos psicossociais
dc.subject.otherRisco obstétrico
dc.titleEstudo sobre aspectos psicossociais, qualidade de vida e traços de personalidade associados à depressão gestacional
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rodrigo Nicolato
local.contributor.referee1Humberto Correa da Silva Filho
local.contributor.referee1Regina Amelia Lopes P de Aguiar
local.description.resumoA depressão maior (DM) é um transtorno psiquiátrico considerado problema de saúde em todo o mundo, uma vez que está presente em pessoas de todas as nacionalidades. Estima-se que 17% das mulheres preencherão critérios para o diagnóstico de DM em algum momento da vida e o risco de desenvolver o primeiro episódio de depressão parece ser maior durante o período reprodutivo. A depressão no pré-natal é nomeada como depressão gestacional (DG) e pode trazer prejuízos severos para a mãe e para o desenvolvimento do feto. Uma coorte de 180 mulheres que fizeram o pré-natal no Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Minas Gerais (HC/UFMG), teve seus dados coletados no segundo e terceiro trimestres da gestação e analisados neste estudo, sendo separadas em grupos de alto risco obstétrico e risco obstétrico habitual. Para isso, foram preenchidas entrevistas semiestruturadas com questões formuladas pelos pesquisadores responsáveis por esse estudo; entrevista psiquiátrica estruturada (MINI Plus 5.0); questionários de sintomas depressivos: Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS); Inventário de Depressão de Beck (BDI); e a Escala de Depressão de Hamilton - 17 itens (HAM-D 17), além de um questionário de qualidade de vida (Whoqol-bref) e Inventário de Traços de Personalidade (TCI). Como conclusão, esse estudo corrobora com a noção de que a etiopatologia da DG é multifatorial. Há condições psicossociais que influenciam no desenvolvimento da DG: quantidade de filhos, comorbidade de Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) e situação socioeconômica. O risco obstétrico e traços de personalidade também influenciam no desencadeamento da DG. A qualidade de vida das mulheres com DG é imensamente alterada durante a gestação, portanto, repetições independentes em amostras maiores e investigações das implicações dos resultados no pós-parto seriam de relevante importância.
local.publisher.initialsUFMG

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