Desemprego e qualificação da mão de obra no Brasil

dc.creatorJoão Paulo Faria de Araújo
dc.creatorMariangela Furlan Antigo
dc.date.accessioned2022-06-10T18:26:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:28Z
dc.date.available2022-06-10T18:26:22Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractInspired by the theories of the Job Search and the Human Capital, this paper investigates the Brazilian job market with a view to analyze unemployment in Brazil between 2002 and 2011. It focuses the workforce skill levels and is based on data from the monthly employment survey published by IBGE. A dynamic analysis was conducted, which allowed interpreting the changes in the labor market based on the probability of an individual to transition among the conditions of employment, unemployment and inactivity. Two methods were employed in this investigation: a univariate study of transition matrices, which were applied to each of the microeconomics aspects considered and a multivariate econometrics analysis derived from a Multinomial Logit model. Several important results were found. Primarily, variables such as sex, role in the family, age and education have been found to have a significant influence on one’s success in job search. The results reveal that the higher the level of education a worker has, the lower the influence of the aforementioned variables on the success of this worker’s job search. Furthermore, those workers considered semi-qualified are the most sensitive to the influence of said traits on their chances of employment. Finally, the study shows that individuals in the group considered less qualified benefited the most from the changes in the Brazilian job market during the period under study. The results give an important contribution to the advancement of the literature on the subject, since most of the existing studies use a cross-sectional analysis of national household surveys, pointing only to static unemployment rates.
dc.identifier.doi10.1590/198055272025
dc.identifier.issn1980-5527
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42428
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Economia Contemporânea (impresso)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesemprego - Brasil
dc.subjectMercado de trabalho
dc.subjectCapital humano
dc.subjectMão de obra qualificada
dc.subjectPesquisa nacional por amostras de domicílio
dc.subjectEconometria
dc.subject.otherMercado de trabalho
dc.subject.otherBusca do emprego
dc.subject.otherCapital humano
dc.subject.otherQualificação
dc.subject.otherAnálise dinâmica
dc.titleDesemprego e qualificação da mão de obra no Brasil
dc.title.alternativeUnemployment and workforce skill levels in Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage335
local.citation.issue2
local.citation.spage308
local.citation.volume20
local.description.resumoBaseado no cenário do mercado de trabalho brasileiro na última década e inspirado pelas teorias da Busca do Emprego e do Capital Humano, o artigo em questão objetiva analisar o desemprego no Brasil através da perspectiva da qualificação da mão de obra entre 2002 e 2011, com base nos dados da Pesquisa Mensal de Emprego (IBGE). Os resultados se derivam de uma análise dinâmica que permite interpretar as mudanças no mercado de trabalho com base nas probabilidades de um indivíduo transitar entre as condições de emprego, desemprego e inatividade, e representam importante contribuição ao avanço da literatura sobre o tema, já que a maior parte dos estudos existentes apresenta uma análise de corte transversal de dados originados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE), apontando apenas para taxas de desemprego estáticas. Para isso, utilizaram-se dois métodos de análise: um estudo univariado de matrizes de transição para cada um dos aspectos microeconômicos considerados e uma análise econométrica multivariada, por meio de um modelo Logit Multinomial. Dentre os resultados principais, constatou-se que as variáveis sexo, condição no domicílio, idade e escolaridade têm grande influência nas chances de um indivíduo conseguir emprego. Levando em consideração a qualificação do trabalhador, os resultados mostram que quanto mais escolarizado, menor o efeito adverso das características pessoais de um indivíduo, e que o grupo dos semiqualificados (aqueles que tem entre 4 e 10 anos de estudo) são os mais sensíveis a tais efeitos no sucesso pela busca do emprego. Por fim, o estudo mostra que os trabalhadores menos qualificados foram os que mais se beneficiaram com a mudança do cenário do mercado de trabalho brasileiro no período analisado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rec/a/8mPTh3LcgCfxvc8fyhHfcbS/abstract/?lang=en#ModalDownloads

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