Importância do enfermeiro no atendimento de urgência hipertensiva sistêmica em UBS do município de Francisco Badaró - MG

dc.creatorCelso Gomes de Araujo
dc.date.accessioned2019-08-10T14:21:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:38Z
dc.date.available2019-08-10T14:21:22Z
dc.date.issued2010-02-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9CJGUG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstratégia saúde da família
dc.subject.otherUrgência hipertensiva
dc.subject.otherUnidade Báscia de Saúde
dc.subject.otherEnfermeiro
dc.subject.otherHipertensão arterial
dc.titleImportância do enfermeiro no atendimento de urgência hipertensiva sistêmica em UBS do município de Francisco Badaró - MG
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria do Carmo Barros de Melo
local.description.resumoA hipertensão arterial sistêmica é uma doença altamente prevalente, tornando-se fator determinante nas elevadas taxas de morbidade e mortalidade da população, constituindo um dos problemas importantes de saúde na atualidade. Está fortemente presente em nosso país, atingindo cerca de 20% da população adulta jovem e 50% da população idosa. As urgências hipertensivas são ocorrências clínicas que podem representar mais de 25% dos atendimentos a urgências médicas. A crise hipertensiva é a entidade clínica representada pelo aumento súbito da pressão arterial (superior a 180 x 120 mmHg), acompanhada por sintomas como cefaleia, tontura, zumbido e sem lesão aguda de órgãos alvos, é definida como urgência hipertensiva. Esse conhecimento é importante para o enfermeiro no momento de decidir sobre a conduta. Este trabalho tem o objetivo de fazer uma revisão de literatura sobre hipertensão arterial, avaliar o problema nos pacientes acima de 30 anos, e a participação do enfermeiro no atendimento à urgência hipertensiva. Os dados foram buscados nos registros dos prontuário e em grupos operativos de hipertensão arterial na Unidade Básica de Saúde de Tocoiós no municipio de Francisco Badaró, Minas Gerais. Nos registros dos prontuários dos pacientes hipertensos encontrou-se que 62% dos pacientes são do gênero masculino e 38% feminino, 72,2% sabiam ter hipertensão e 46% desconheciam as complicações. A maioria dos hipertensos está na faixa de idade entre 30 e 70 anos. Dos hipertensos, 66,7% não apresentaram controle eficaz dos níveis pressóricos e 38,1 % não estavam sendo tratados. Quanto aos fatores que interferem no tratamento os mais presentes foram foi observado que o mais presente foi a alimentação inadequada e a falta de atividade física. A maioria não possuía conhecimento específico acerca da doença. Concluiu-se que é importante o acesso dos hipertensos aos serviços de saúde para que a hipertensão seja diagnosticada e tratada. E que os pacientes tenham informação sobre a hipertensão, para que possam aderir satisfatoriamente ao tratamento.
local.publisher.initialsUFMG

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