Espectro de mutações em genes associados ao adenocarcinoma de pâncreas em pacientes do sudeste brasileiro

dc.creatorNayra Soares do Amaral
dc.date.accessioned2019-08-11T05:44:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:11Z
dc.date.available2019-08-11T05:44:59Z
dc.date.issued2013-08-22
dc.description.abstractIntroduction: Adenocarcinoma is the most prevalent histological type among tumors of the pancreas ( 90 % ) and has high mortality. The importance of understanding the pancreatic carcinogenesis is to determine new therapeutic targets and biomarkers to assist in early diagnosis. The progression of pancreatic ductal adenocarcinoma involved the accumulation of mutations in pre- cancerous lesions, for example, the pancreatic intraepithelial neoplasia ( PanIN ) . Molecular alterations in oncogenes such as K-ras, EGFR , BRAF , PIK3CA and loss function of tumor suppressor, such as CDKN2A and p53 are involved in tumor development. Our objective was to evaluate the frequency of mutations in genes involved in cancer progression and correlate them with the clinical and genomic ancestry Material and Methods: Mutation analysis was made by direct sequencing in 23 samples with pancreatic adenocarcinoma and ancestry was analyzed using 40 biallelic indels. Results: Among all the genes, mutations in codon 12 of K - ras were the most frequent (60 %). In PIK3CA, was identified a new mutation in one patient, do not described in the literature ( M983K ). Mutations in EGFR , BRAF , PIK3CA , CDKN2A and p53 were infrequent in our study . The genomic ancestry of our patients did not differ from the control group, however, we observed that all patients with higher African ancestral component showed mutations in K - ras . Conclusion: We observed in our patients a lower frequency of mutations in K - ras in relation to most of the results already described in other countries, but closer to the Korean population , and our samples showed a lower frequency of mutations in CDKN2A and p53 in relation to other populations, reinforcing the importance of th ethnic differences in studies involving genetic alterations in patients with pancreatic adenocarcinoma . Due to the high miscegenation of the Brazilian population, it is interesting that other studies like this are done in other regions of the country, with the objective of to characterize the genetic profile of Brazilian population with pancreatic adenocarcinoma .
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9ERJ5Y
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdenocarcinoma
dc.subjectGenes ras/genética
dc.subjectTransformação celular neoplásica/genética
dc.subjectNeoplasias pancreáticas
dc.subjectMutação
dc.subjectNeoplasias pancreáticas/genética
dc.subjectMarcadores genéticos
dc.subject.otherAdenocarcinoma pancreático
dc.subject.otherAncestralidade genômica
dc.subject.otherPIK3CA
dc.subject.otherK-ras
dc.subject.otherCDKN2A
dc.subject.otherMutações
dc.subject.otherBRAF
dc.subject.otherEGFR
dc.subject.otherP53
dc.titleEspectro de mutações em genes associados ao adenocarcinoma de pâncreas em pacientes do sudeste brasileiro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Vivian Resende
local.contributor.advisor-co1Luciana Bastos Rodrigues
local.contributor.advisor1Luiz Armando Cunha De Marco
local.description.resumoIntrodução: O adenocarcinoma é o tipo histológico mais prevalente entre os tumores de pâncreas (90%) e possui alta taxa de mortalidade devido ao seu mau prognostico. A importância de se compreender a carcinogênese pancreática é determinar novos alvos terapêuticos e biomarcadores que auxiliem no diagnostico precoce. A progressão do adenocarcinoma ductal pancreático (ADP) é relacionada ao acúmulo de mutações em lesões pré cancerígenas como a Neoplasia Intraepitelial Pancreática (PanIN). Alterações em oncogenes como: K-ras, EGFR, BRAF, PIK3CA e perda de função em supressores tumorais como CDKN2A e p53 estão envolvidas no desenvolvimento do tumor. Nosso objetivo foi avaliar a frequência de mutações nos genes envolvidos com a progressão do câncer e correlacioná-las com os achados clínicos e a ancestralidade genômica Material e Método: A análise das mutações foi feita por sequenciamento e a ancestralidade através de 40 indels bialélicos em 23 pacientes brasileiros com adenocarcinoma pancreático. Resultados: Dentre todos os genes estudados, as mutações no códon 12 de K-ras foram as mais freqüentes (60%) em nossa amostragem. Em PIK3CA, identificamos uma mutação não descrita (M983K) em um paciente. Mutações nos genes EGFR, BRAF, PIK3CA, CDKN2A e p53 não foram frequentes em nosso estudo. A ancestralidade genômica dos nossos pacientes não diferiu do grupo controle, contudo, observamos que os pacientes com maior componente ancestral africano apresentaram mutações em K-ras. Conclusão: Observamos em nossos pacientes uma menor frequência de mutações em K-ras em relação à maioria dos resultados já descritos, porém mais aproximada à da população coreana, além disto, nossas amostras apresentaram menor freqüência de mutações em CDKN2A e p53 em relação a outras populações já estudadas, reforçando a importância de se levar em consideração diferenças étnicas nos estudos envolvendo alterações genéticas em pacientes com adenocarcinoma pancreático. Devido à alta miscigenação da população brasileira, é interessante que outros estudos como este sejam realizados em outras regiões do país, para caracterizar o perfil genético da população brasileira com adenocarcinoma pancreático.
local.publisher.initialsUFMG

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