Limiar: entre a transparência e a opacidade nas monotipias de Mira Schendel

dc.creatorLuisa de Godoy Alves
dc.date.accessioned2019-08-13T15:20:34Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:41Z
dc.date.available2019-08-13T15:20:34Z
dc.date.issued2018-03-09
dc.description.abstractMira Schendel (1919-1988), an artist from Switzerland who lived in Brazil, produced in the 1960s about 2000 monotypes, prints made of inked surface with the possibility of only one print. The research proposal is the study of the limiar between transparency and opacity in Mira Schendels monotypes. Therefore, we will strive in this direction, with the purpose of better understanding the poetry in the work developed by Mira. For this, we present the main theoretical operators of the research: Vilém Flusser, in the concept of transparency; Louis Marin (1931-1992) and Philippe Junod (1938-), for both transparency and opacity; And finally, Jeanne Marie Gagnebin (Suíça, 1949-), for the notion of limiar. In this way, we seek to discern the limiar between transparency and opacity, which will be perceived as a poetic resource used by Mira Schendel in her series of monotypes, to which the artist has dedicated herself for about a decade. The images created by Mira, not only is representative of brasilian art, but also, such as the Flusserian analysis, allow us to see concepts such as transparency and opacity, which, thought by the image, make it possible to see beyond, to disturb in its limiar.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/EBAP-B52U2V
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArtistas brasileiros Séc XX
dc.subjectSchendel, Mira , 1919-1988
dc.subjectArte Filosofia
dc.subjectArte moderna Séc XX
dc.subject.otherOpacidade
dc.subject.otherLimiar
dc.subject.otherMonotipia
dc.subject.otherTransparência
dc.subject.otherMira Schendel
dc.titleLimiar: entre a transparência e a opacidade nas monotipias de Mira Schendel
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Daisy Leite Turrer
local.contributor.referee1Roberto Bethonico de Figueiredo
local.contributor.referee1Rachel Cecilia de Oliveira Costa
local.description.resumoMira Schendel (1919-1988), artista suíça radicada no Brasil produziu na década de 1960 cerca de 2000 monotipias, estampas feitas de superfície entintada com possibilidade de apenas uma impressão. A proposta desta pesquisa é, portanto, o estudo do limiar entre a transparência e a opacidade nas monotipias de Mira Schendel de forma a ampliar a compreensão da poesia no trabalho desenvolvido pela artista. Para tanto, apresentamos como principais operadores teóricos da pesquisa: Vilém Flusser, no conceito da transparência; Louis Marin (1931-1992) e Philippe Junod (1938-), 1980-) tanto para a transparência quanto para a opacidade; e, finalmente, Jeanne Marie Gagnebin (Suíça, 1949-), para a noção de limiar. Dessa maneira, buscou-se vislumbrar o limiar entre a transparência e a opacidade, o qual será percebido como recurso poético empregado por Mira Schendel em sua série de monotipias, à qual a artista se dedicou por cerca de uma década. Para além de representativa na arte brasileira, o trabalho de Mira, a exemplo da análise flusseriana, permitem entrever conceitos como a transparência e a opacidade, com possibilidade de ver além, inquietar-se com seu limiar.
local.publisher.initialsUFMG

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