Eventos adversos pós-vacinação contra o sars-cov-2 (covid-19) no estado de minas gerais

dc.creatorRoberta Barros da Silva
dc.creatorThales Philipe Rodrigues da Silva
dc.creatorAna Paula Sayuri Sato
dc.creatorFrancisco Carlos Felix Lana
dc.creatorJosianne Dias Gusmão
dc.creatorJanaina Fonseca Almeida Souza
dc.creatorFernanda Penido Matozinhos
dc.date.accessioned2024-07-10T21:39:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:53Z
dc.date.available2024-07-10T21:39:45Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.11606/s1518- 8787.2021055003734
dc.identifier.issn15188787
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70180
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de saúde pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfecções por Coronavirus
dc.subjectVacinas
dc.subject.otherInfecções por Coronavirus
dc.subject.otherVacinas
dc.subject.otherVacinas Efeito colateral
dc.titleEventos adversos pós-vacinação contra o sars-cov-2 (covid-19) no estado de minas gerais
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.issue66
local.citation.spage1
local.citation.volume55
local.description.resumoOBJETIVO: Analisar os eventos adversos pós-vacinação (EAPV) contra o SARS-CoV-2 (covid-19) no estado de Minas Gerais (MG). MÉTODOS: Estudo epidemiológico, descritivo, com dados do e-SUS Notifica no estado de Minas Gerais durante o período de 20 de janeiro a 5 de março de 2021. Foram analisados todos os casos suspeitos de EAPV da vacina contra covid-19 no estado, totalizando 7.305 casos. Para este estudo, verificou-se a possível correlação entre os EAPV e a causalidade com o imunobiológico administrado no período estabelecido. As variáveis analisadas para os casos de EAPV foram o imunobiológico administrado (AstraZeneca ou Coronavac), o tipo de evento, a evolução do caso e o tempo em dias da administração do imunobiológico e o início dos sintomas e causalidade. Calculou-se a taxa de incidência (TI) para 100 mil doses aplicadas.RESULTADOS: A ocorrência dos EAPV em decorrência da vacina contra covid-19 foi frequente (TI: 777,12) no estado. Entretanto, somente 3% foram classificados como EAPV grave, com TI de 20,85, sendo que 4,71% deles evoluíram para óbitos com TI (8,19 óbitos a cada 100 mil doses aplicadas). Dentre os óbitos analisados, 84,4% foram classificados como condições preexistentes causadas por outros fatores e não por vacinas. Em relação aos EAPV não graves, 1,11% foram em decorrência de erros de imunização (TI: 8,62 EI a cada 100 mil doses aplicadas).CONCLUSÃO: Esse trabalho fomenta, portanto, a discussão sobre a importância dos registros dos EAPV decorrentes das vacinas contra covid-19, demonstrando sua segurança para a população.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA
local.publisher.initialsUFMG

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