Determinantes do ganho rápido de peso e a sua influência no estado nutricional infantil

dc.creatorMaíra Barros Louro
dc.date.accessioned2022-06-21T11:39:31Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:15Z
dc.date.available2022-06-21T11:39:31Z
dc.date.issued2022-01-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42566
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGanho de Peso
dc.subjectÍndice de Massa Corporal
dc.subjectObesidade Pediátrica
dc.subjectPolimorfismo Genético
dc.subjectEstado Nutricional
dc.subject.otherGanho de peso
dc.subject.otherÍndice de massa corporal
dc.subject.otherObesidade pediátrica
dc.subject.otherPolimorfismo genético
dc.titleDeterminantes do ganho rápido de peso e a sua influência no estado nutricional infantil
dc.title.alternativeDeterminants of rapid weight gain and its influence on child nutritional status
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Jorge Gustavo Velásquez Meléndez
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8406550065682773
local.contributor.referee1Ilka Afonso Reis
local.contributor.referee1Maria Antonieta de Barros Leite Carvalhaes
local.contributor.referee1Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira
local.contributor.referee1Cristina Maria Mendes Resende
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9634778621129045
local.description.resumoIntrodução: A ocorrência do ganho rápido de peso infantil (GRP) pode estar associado a desfechos de peso ao longo do ciclo de vida. Os fatores de risco para o GRP incluem preditores maternos, gestacionais, infantis e contextuais e reforça-se a importância de avaliar também a hipótese sobre a possível associação com polimorfismos genéticos. Objetivo: Testar a associação entre ganho rápido de peso na infância, polimorfismos genéticos e estado nutricional de crianças. Metodologia (Manuscrito 1): Estudo transversal com bases de dados de inquéritos populacionais em crianças com peso ao nascer adequado no Brasil, Bolívia, Colômbia e Peru para estimar a associação entre GRP e excesso de peso em crianças de 0 a 5 anos. Foram estimadas as prevalências, odds ratio e IC95% por regressão logística multivariada. Metodologia (Manuscrito 2): Estudo de coorte com crianças do PROLAC no município de Viçosa, Minas Gerais, do nascimento aos seis meses. Foi obtido material biológico por swab bucal para análises genéticas de polimorfismos dos genes FTO, MC4R e APOA5. Considerou-se GRP quando a diferença (subtração) de escore-z de peso para idade (P/I) era >+0,67 entre duas avaliações. Na análise exploratória das curvas da taxa de incidência acumulada de GRP utilizou-se o estimador de Kaplan-Meier (failure), bem como o teste Log-Rank para realizar as comparações entre os grupos de interesse. Para estimar a razão de riscos utilizou-se o modelo semi-paramétrico de Cox e para verificar a qualidade do ajuste do modelo proposto foram utilizados os resíduos generalizados de Cox-Snell. Metodologia (Manuscrito 3): Estudo de coorte com 267 crianças. As crianças tinham que ter ao menos 3 avaliações antropométricas, ou seja, ao nascer, entre o nascimento e seis meses de vida e entre 4 e 7 anos de idade, e foram divididas em grupo de acordo com a presença ou ausência do GRP, diagnosticado se a diferença de escore-z de P/I peso para idade foi > +0,67 entre duas avaliações. Para analisar a trajetória da média de IMC infantil foi utilizada a função Longitudinal Analyses Data Plots, para comparação entre as médias de IMC dos grupos em cada tempo foi aplicado uma ANOVA de dois fatores e para as comparações múltiplas foi utilizado o teste Bonferroni. Resultados (Manuscrito 1): As chances de excesso de peso em crianças com GRP, ajustado por amamentação, foram de 6,1 vezes, 4,4 vezes, 6,7 vezes e 12,2 vezes quando comparado às crianças sem GRP no Brasil, Bolívia, Colômbia e Peru, respectivamente. Resultados (Manuscrito 2): A porcentagem de crianças com GRP foi 31,84% ao longo do estudo e a taxa de incidência foi estimada em 2,31 casos/1000 pessoas-dia. Apresentaram maior risco de GRP as crianças que nasceram com peso <3000g e cujas mães que apresentaram sobrepeso ou obesidade pré-gestacional. Resultados (Manuscrito 3): As crianças com GRP apresentaram significativamente maiores níveis da média de IMC ao longo da trajetória. Conclusões: Não foi possível demostrar associação entre os polimorfismos genéticos e GRP pelo menos na infância, porém o peso ao nascer inadequado e o alto peso pré-gestacional materno se associaram significativamente ao GRP. O GRP foi associado a um maior risco de desfechos de peso aferidos por meio de índices de massa corporal. Dado o impacto do GRP na trajetória da média de IMC ao longo da infância e no excesso de peso infantil, faz-se importante os cuidados desde o pré-natal, pós-parto e puericultura nos primeiros anos de vida da criança.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-5483-9739
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem

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