Efeito do HPV de alto risco em diferentes faixas etárias com Carcinoma de Células Escamosas de Cabeça e Pescoço

dc.creatorLuciano Marques da Silva
dc.date.accessioned2019-08-12T01:46:46Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:09Z
dc.date.available2019-08-12T01:46:46Z
dc.date.issued2011-07-19
dc.description.abstractHead and neck squamous cell carcinoma (HNSCC) is the sixth most common cancer and causes 350,000 deaths worldwide each year. This disease comprises epithelial malignancies arising in the paranasal sinuses, nasal cavity, oral cavity, pharynx and larynx, and usually affects men between the sixth and ninth decades of life after long-term exposure to tobacco and alcohol consumption. It has been reported that the incidence of HNSCC among patients under the age of 45 years is increasing worldwide. The factors associated with HNSCC in young are not well established. In this field, high-risk HPV has emerged as a possible agent associated with HNSCC in young patients. The purpose of the current study was to investigate if there is any change in prognosis or in the distribution of HPV-16/18 in young patients compared with adults patients. A longitudinal prospective study was used adjusted for age, gender, TNM staging, smoking and alcohol consumption. HPV was detected by PCR with consensus primers. There is no difference in the frequency of HPV-16/18 positivity when young patients were compared to the adult ones. No association was found among high-risk HPV positivity, gender, smoking habits and anatomical site. High-risk HPV were associated with advanced TNM in bivariate analyses however, it did not impact the survival. Only TNM staging was associated with risk of death. In conclusion, our study supports that age does not alter the frequency of HPV-16/18 in tumors from patients with HNSCC. In addition, HPV-16/18 presence does affect the prognosis of young patients or adults with HNSCC.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ZMRO-8JWG3U
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPapillomavirus humano
dc.subjectCarcinoma de celulas escamosas
dc.subjectVirus do papiloma
dc.subject.othercarcinoma de células escamosas Papillomavirus humano
dc.titleEfeito do HPV de alto risco em diferentes faixas etárias com Carcinoma de Células Escamosas de Cabeça e Pescoço
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1André Luiz Sena Guimarães
local.contributor.advisor1Ricardo Santiago Gomez
local.contributor.referee1Jeane de Fátima Correia Silva
local.contributor.referee1Vanessa de Fátima Bernardes
local.contributor.referee1Alfredo Maurício Batista de Paula
local.contributor.referee1Fabrício Rezende do Amaral
local.description.resumoO carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CCECP) é o sexto tipo de câncer mais comum e causa 350 mil mortes no mundo a cada ano. Esta doença compreende neoplasias malignas epiteliais de revestimento que surgem na região do trato aéreo digestivo superior, e geralmente afeta homens entre a sexta e nona décadas de vida, após a exposição em longo prazo de tabaco e consumo de álcool. Tem sido relatado que a incidência de CCECP entre os pacientes com idade inferior a 45 anos está aumentando no mundo. Os fatores associados com este carcinoma em jovens não estão bem estabelecidos. Neste campo, o HPV de alto risco emergiu como um possível agente associado com CCECP em pacientes jovens. O objetivo do presente estudo foi investigar se existe alguma alteração no prognóstico ou na distribuição do HPV 16/18 em pacientes jovens com CCECP comparado com pacientes adultos. Um estudo transversal retrospectivo foi utilizado ajustando idade, sexo, estadiamento TNM, tabagismo e consumo de álcool. O HPV foi detectado por PCR com primers consenso. Não foi observada diferença na frequência de amostras HPV positivas nas lesões em jovens comparado com adultos. Não foi encontrada associação entre a positividade para o HPV de alto risco com gênero, tabagismo e localização anatômica. HPV de alto risco foi associado com TNM avançado nas análises bivariadas mas, no entanto, não afetou a sobrevida. Somente o estadiamento TNM foi associado com risco de morte. Concluindo, nosso estudo mostra que a idade não é um fator que altera a frequência do HPV16/18 nos tumores de pacientes com CCECP. Além disso, a presença do HPV16/18 não altera o prognóstico de pacientes jovens ou adultos com CCECP.
local.publisher.initialsUFMG

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