Freqüência de aglutininas anti-leptospiras em soros e pesquisa de leptospiras em rins de suínos de Minas Gerais

dc.creatorFernando Antônio de Ávila
dc.date.accessioned2019-08-12T13:10:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:15:26Z
dc.date.available2019-08-12T13:10:41Z
dc.date.issued1976-01-01
dc.description.abstractSera obtained from 770 swine in 26 counties of the State of Minas Gerais, Brazil, were examined by the microscopic agglutination test. There were 635 (82.4%) positive reactions for one or more leptospiral serotypes at dilutions of 1:100 or higher. Based on the frequency of positives reacting será for the utilized serotypes, the serotype autumnalis (35.5%) was the most frequent, followed by wolffi (33.5%), ballum (32.9%), butembo (27.5%). bratislava (22.6%), bataviae (16.4%), javanica (13.9%), icterohaemorrhagiae (12.8%) and pomona (10.6%). Of the swine kidney samples examined by the direct imunofluorescence technique 19% were positive for inoculated with group samples from swine kidneys had agglutinating titers (1:100) in the rapid microscopic agglutination test for the serotype ballum, autumnalis and pomona. The comparative study between the rapid microscopic agglutination reactions with pathogenic leptospiras and with the L. patoc strain Patoc I in the diagnosis of swine leptospirosis revealed a statistic irregularity between the sensivity (90.6%) and specificity (26.2%) of this strain, as a screening anígen. Based on these results, L. patoc strain Patoc I would not be recommended as screening antigen for the diagnosis of swine leptospirosis.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8R3NKM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeptospira Identificação
dc.subjectSuino Doenças
dc.subjectRins Doenças
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleFreqüência de aglutininas anti-leptospiras em soros e pesquisa de leptospiras em rins de suínos de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Mario Souza Couto Barbosa
local.contributor.referee1Francisco Cecilio Viana
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.description.resumoExames de 770 soros de suínos provenientes de 26 municípios de Minas Gerais, feitos através do teste de microaglutinação rápida (MAR) revelaram 635 (82,4%) reações positivas para um ou mais sorotipos de leptospiras com títulos de 1:100 ou maior. Pela freqüência de soros reagentes positivos aos sorotipos utilizados, foi observado que o sorotipo autumnalis (38,5%) foi o de maior freqüência, seguido de wolffi (33,5%), ballum (32,9%), butembo (27,5%), bratislava (22,6%), bataviae (16,4%), javanica (13,9%), icterohaemorrhagiae (12,8%) e pomona (10,6%). Das 100 amostras de rins de suínos examinadas pela técnica de imunofluorescência direta (IFD) 19 (19%) foram positivas para leptospiras. As tentativas de isolamentos foram negativas. Entretanto, três hamsters inoculados com macerados de rins de suínos, apresentaram títulos aglutinantes (1:100) no teste de microaglutinação rápida para os sorotipos ballum, autumnalis e pomona. O estudo comparativo entre as reações de microaglutinação rápida com leptospiras patogênicas e a L. patoc amostra Patoc I no diagnóstico das leptospiroses suínas revelou uma irregularidade estatística entre a sensibilidade (90,6%) e especificidade (26,2%) desta amostra, não sendo aconselhado o uso da L. patoc amostra Patoc I como antígeno de triagem no diagnóstico das leptospiroses suína.
local.publisher.initialsUFMG

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