Levantamento das manifestações patológicas na Casa Tófani em Santa Luzia/MG no contexto do PAC-2 cidades históricas
| dc.creator | Juliana da Silva Fonseca | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T20:17:18Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:54:04Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T20:17:18Z | |
| dc.date.issued | 2014-10-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-A2SGBU | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Patrimônio histórico | |
| dc.subject | Patologia de construção | |
| dc.subject | Engenharia civil | |
| dc.subject | Construção civil | |
| dc.subject.other | Construção civil | |
| dc.title | Levantamento das manifestações patológicas na Casa Tófani em Santa Luzia/MG no contexto do PAC-2 cidades históricas | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Jose Eduardo de Aguiar | |
| local.description.resumo | A arquitetura é um legado vivo de uma época. Essa percepção estimulou a ideia de preservação e de conservação de edifícios que representam técnicas construtivas, ideais e conceitos de estética de um período histórico. A própria definição do conceito foi algo muito discutido e questionado. No Brasil, inicialmente, a ideia de cidade-monumento foi aplicada no intuito de barrar o crescimento desenfreado das cidades e da massiva substituição dos edifícios antigos. Certamente, isso não iria perdurar pois as cidades-monumentos não subsistiriam e seu declínio econômico seria inevitável. Considerou-se então aliar a proposta de preservação com a autossuficiência dos centros e de bens tombados estimulando a educação patrimonial e vínculos habitacionais existentes, conceito que se baseava em modelos europeus firmados na Declaração de Amsterdã. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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