Fatores associados ao óbito em pacientes submetidos à “Onda Vermelha”: ênfase na toracotomia de emergência

dc.creatorRafael Valério Gonçalves
dc.creatorAna Cecília Borges
dc.creatorTatiane Rufino Vieira
dc.creatorVinícius Rodrigues Taranto Nunes
dc.creatorWagner Oséas Corrêa
dc.creatorEmanuelle Maria Sávio de Abreu
dc.creatorJosé Eduardo Magri Jr.
dc.creatorCarla Jorge Machado
dc.creatorVivian Resende
dc.creatorMario Pastore Neto
dc.date.accessioned2023-07-18T16:42:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:04:22Z
dc.date.available2023-07-18T16:42:08Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractObjective: To identify and analyze the factors associated with death, with a focus on performing laparotomy alone or associated with emergency thoracotomy. Method: Prospective longitudinal study of patients submitted to the “Onda Vermelha” protocol, after admission to the Risoleta Tolentino Neves Hospital, from 2011 to 2015. Descriptive analyses, Student’s t-test, χ2 test, and regression multiple binary logistics were used to identify predictors of death. Results: One hundred and thirty-two patients were studied, of which 47 (35.6%) died. The average age was 28 years old. The majority was male (90.9%), with penetrating trauma predominating in the study sample (91.7%). The trauma scores were compatible with moderate severity trauma. The average time of hospitalization and stay in the intensive care unit exceeded 10 days. Laparotomy and thoracotomy occurred in 72.7 and 28% of cases, respectively. Complications were severe for 38.6% of patients, and the most common lesions were gastrointestinal (48.5%) and abdominal vessels (28.8%). Thoracotomy, severe complications and abdominal vessel injury were more frequent among patients who died (p<0.001). Factors associated to death were: emergency thoracotomy (OR=6.9, p=0.002), severe complications (OR=6.1, p=0.010), and lesions to the abdominal and pelvic vessels (OR=16.8, p<0.001). Conclusion: Emergency thoracotomy was associated with higher odds of death, regardless of other factors, as well as the mechanism of penetrating trauma, complications and injuries to the abdominal and pelvic vessels. Survival in the presence of thoracotomy was 25.7% for victims of penetrating trauma.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23925/1984-4840.2017v19i4a4
dc.identifier.issn1517-8242
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56580
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFerimentos e lesões
dc.subjectToracotomia
dc.subjectLaparotomia
dc.subjectServiço hospitalar de emergência
dc.subjectTratamento de emergência
dc.subject.otherFerimentos e lesões
dc.subject.otherToracotomia
dc.subject.otherLaparotomia
dc.subject.otherServiço hospitalar de emergência
dc.subject.otherTratamento de emergência
dc.titleFatores associados ao óbito em pacientes submetidos à “Onda Vermelha”: ênfase na toracotomia de emergência
dc.title.alternativeThe factors associated with death in patients submitted to the “Onda Vermelha”: emphasis on emergency thoracotomy
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage182
local.citation.issue4
local.citation.spage175
local.citation.volume19
local.description.resumoObjetivo: Identificar e analisar os fatores associados ao óbito, com enfoque para a realização da laparotomia isolada ou associada à toracotomia de emergência. Método: Estudo longitudinal prospectivo de pacientes submetidos ao protocolo “Onda Vermelha”, após admissão no pronto-atendimento do Hospital Risoleta Tolentino Neves, de 2011 a 2015. Foram feitas análises descritivas, teste t de Student, teste do χ2, e regressão logística binária múltipla para identificação dos fatores preditores de óbito. Resultados: Foram estudados 132 pacientes, dos quais 47 (35,6%) morreram. A média de idade foi 28 anos. A maior parte era do sexo masculino (90,9%), predominando trauma penetrante (91,7%). Os escores de trauma foram compatíveis com moderada gravidade. Os tempos médios de internação e de permanência em unidade de terapia intensiva superaram 10 dias. A laparotomia e a toracotomia ocorreram em 72,7 e 28% dos casos, respectivamente. As complicações foram graves para 38,6% dos pacientes; e as lesões mais comuns foram gastrointestinais (48,5%) e em vasos abdominais (28,8%). A toracotomia, as complicações graves e a lesão dos vasos abdominais foram mais frequentes entre pacientes que morreram (p<0,001). Os fatores preditores para óbito foram toracotomia de emergência (OR=6,9; p=0,002), complicações severas (OR=6,1; p=0,010) e lesões em vasos abdominais e pélvicos (OR=16,8; p<0,001). Conclusão: A toracotomia de emergência está associada à maior chance de óbito, independente de outros fatores, assim como o mecanismo de trauma penetrante, as complicações e as lesões em vasos abdominais e pélvicos. A sobrevivência na presença da toracotomia foi de 25,7% para as vítimas de traumas penetrantes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4420-6962
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5427-0901
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6871-0709
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4400-0427
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/view/32140

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