Narrar a si mesmo : psicanálise e cinema
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
As discussões na área de Arte e Psicanálise marcam presença desde a elaboração da própria teoria freudiana. Freud se valeu do mito de Édipo, da peça teatral de Sófocles, para sustentar um dos complexos fundamentais da vida psíquica e um dos pilares da psicanálise, o Complexo de Édipo; a obra de Shakespeare - Hamlet, Rei Lear, Ricardo III e Lady Macbeth - foi tema para Freud; os trabalhos e a vida de Michelangelo e Leonardo da Vinci foram extensamente analisados pelo pai da psicanálise, dando novos rumos à sua teorização. A Gradiva, de Jensen, foi longamente depurada e tornou-se um dos textos mais importantes para os interessados na relação da psicanálise e literatura. “O Homem de Areia”, de Hoffman, levou Freud a escrever em 1919 o texto “O Estranho”. Dois dramas de Ibsen foram percorridos: Casa de Bonecas e O Pato Silvestre. A produção do pintor Christoph Haizmann também ocupou Freud. O namoro da psicanálise com a literatura, escritores e artistas plásticos se dá desde sua origem.
Abstract
Assunto
Psicanálise e cinema, Psicanálise e arte, Freud, Sigmund, 1856-1939, Édipo, Complexo de
Palavras-chave
Arte e psicanálise, Édipo, Freud