Senhor ou camponês?: economia e estratificação sociala em Minas Gerais no século XIX. Mariana: 1820-1850

dc.creatorLeandro Braga de Andrade
dc.date.accessioned2019-08-14T21:34:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:55Z
dc.date.available2019-08-14T21:34:25Z
dc.date.issued2007-10-09
dc.description.abstractThe principal interesting of this study was to approach the question of the property and the economy in Minas Gerais during the 19th century. The economy in Minas Gerais in that period was predominantly agrarian with a slavering structure, but the free labor was also recognized principally in the rural activities. The free labor in the rural activities is focused in this study. We predict that some productive unities based in the free labor showed economy, demography and production close to others with a small number of slavers. By other side, the research realized in Mariana city showed a significant capacity of capital accumulation by the slavers owners who were farmers at the countryside (e.g. Freguesia Furquim) and big traders at downtown.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VGRO-7BXFQ6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistória social
dc.subjectHistória
dc.subjectMinas Gerais Condições econômicas Séc XIX
dc.subjectEstratificação social
dc.subjectMariana (MG) Condições econômicas
dc.subjectMinas Gerais História
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherEconomia
dc.subject.otherHistória
dc.titleSenhor ou camponês?: economia e estratificação sociala em Minas Gerais no século XIX. Mariana: 1820-1850
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Douglas Cole Libby
local.contributor.referee1Afonso de Alencastro Graça Filho
local.contributor.referee1João Luis Ribeiro Fragoso
local.description.resumoA abordagem da propriedade e do trabalho na economia de Minas Gerais no século XIX é o principal esforço empreendido no presente estudo. O novo perfil da economia mineira, onde predominou as atividades agropecuárias, manteve a estrutura escravista, porém também mostrou formas de organização do trabalho calcadas na mão-de-obra livre. O trabalho camponês é a principal delas e por isso está no centro da discussão que evidenciamos. As unidades produtivas que utilizavam majoritariamente o trabalho livre ou um pequeno número de escravos se assemelhavam em suas características econômicas, demográficas e produtivas. Por outro lado, a pesquisa que teve como foco espacial o termo da cidade de Mariana, mostrou uma significativa capacidade de acumulação da elite escravista local, composta por fazendeiros, como na Freguesia Furquim, e de grandes comerciantes, como na vila sede do termo.
local.publisher.initialsUFMG

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