A imagem conceitual: uma contribuição ao estudo da arte contemporânea
| dc.creator | Ronan Cardozo Couto | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T23:35:28Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:06:11Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T23:35:28Z | |
| dc.date.issued | 2011-08-18 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/JSSS-8SYQEV | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Imagem (Filosofia) | |
| dc.subject | Museu imaginário | |
| dc.subject | Performance (Arte) | |
| dc.subject | Percepção | |
| dc.subject | Imagem | |
| dc.subject | Criação (Literária, artística, etc) | |
| dc.subject | Arte moderna 1960-1970 | |
| dc.subject.other | contemporânea | |
| dc.subject.other | imagem técnica | |
| dc.subject.other | imagem de arte | |
| dc.subject.other | ready-made | |
| dc.subject.other | imagem conceitual | |
| dc.subject.other | sociedade do espetáculo | |
| dc.subject.other | museu imaginário | |
| dc.subject.other | arte | |
| dc.title | A imagem conceitual: uma contribuição ao estudo da arte contemporânea | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Maria Angelica Melendi de Biasizzo | |
| local.contributor.referee1 | Marilia Andres Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Yacy Ara Froner Goncalves | |
| local.contributor.referee1 | Maria do Carmo de F Veneroso | |
| local.contributor.referee1 | RENATO PALUMBO DORIA | |
| local.description.resumo | O estudo que realizamos sobre a imagem conceitual buscou revelar uma categoria de arte, presente na arte contemporânea dos anos 1960 e 1970, que até agora não havia sido devidamente percebida. A imagem conceitual é um tipo de imagem em que se visualizam conceitos, dá visibilidade às idéias em arte e por isso é obra, e não apenas registro.Identificamos os primeiros acontecimentos ainda na primeira metade do século XX, a começar pela reflexão que Walter Benjamin fez sobre a obra de arte e a reprodutibilidade técnica, e pela postura de Marcel Duchamp diante da industrialização da imagem de arte, produzindo a primeira imagem conceitual, Rrose Sélavy, em 1920.Em seguida, deparamo-nos com o fato de que essa nova dimensão imagética da arte exigia uma dimensão museal, também imagética, que foi proposta, quase ao mesmo tempo, por Marcel Duchamp e sua obra Caixa Valise, e por André Malraux e sua idéia de Museu Imaginário.Mas foi na segunda metade do século XX, que se formou o contexto apropriado para a expansão da imagem conceitual, contexto este evidenciado pelo pensamento plástico de Marcel Duchamp em sua obra Sendo Dados (...) e pela reflexão enunciada por Guy Debord sobre a Sociedade do Espetáculo. O texto de Debord e a última obra deDuchamp forneceram elementos importantes para uma melhor compreensão daquele momento histórico em que a categoria imagem conceitual floresceu.Para constatar esse florescimento, investigamos um conjunto de obras de artistas contemporâneos que usaram o corpo e a paisagem na realização das suas obras. Eles produziram imagens de suas ações, intervenções e proposições, e apresentaram essas imagens como obras de arte. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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