Crises as the rule or as the exception: why is capitalism still alive?

dc.creatorFernanda Cimini Salles
dc.date.accessioned2021-07-26T18:15:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:37:20Z
dc.date.available2021-07-26T18:15:52Z
dc.date.issued2016-04
dc.description.abstractCrises financeiras são regra ou a exceção no capitalismo moderno? Tendo em mente a Crise Financeira de 2008, este trabalho explora como os principais paradigmas da economia política concebem as continuidades e mudanças no capitalismo e busca entender o alcance e limites desses paradigmas para explicar a crise de 2008. O trabalho compara duas perspectivas teóricas diferentes, contrastando como elas conceituam toda a confusão criada pelo sistema financeiro. Basicamente, faz um contraponto entre aqueles que vêem as crises econômicas como momentos de exceção, representados pela economia neoclássica, e aqueles que vêem as crises econômicas como a regra nas sociedades capitalistas, representadas pelas abordagens sociológicas. O trabalho considera o argumento weberiano o mais convincente. A implicação dessa análise vai além do debate teórico, dado que a forma como os formuladores de políticas e os empresários concebem a dinâmica capitalista molda sua ação no sistema financeiro.
dc.identifier.issn00196398
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36967
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofInternational Journal of Contemporary Sociology
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectCrise financeira global, 2008-2009
dc.subjectCapitalismo
dc.subjectSociologia política
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherCrise financeira de 2008
dc.subject.otherCapitalismo
dc.subject.otherSociologia política
dc.subject.otherEconomia política
dc.titleCrises as the rule or as the exception: why is capitalism still alive?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage83
local.citation.issue1
local.citation.spage71
local.citation.volume53
local.description.resumoAre Financial Crises the rule or the exception in modern capitalism? Bearing the 2008 Financial Crisis in mind, this essay explores how the key paradigms in political economy conceive of the continuities and changes in capitalism in order to understand their reach and limits to explain the crisis of 2008. It compares two different theoretical perspectives contrasting how they conceptualize all the mess created by the financial system. Basically, it juxtaposes those who see economic crises as moments of exception, represented by mainstream economics, with those who see economic crises as the rule in capitalist societies, represented by the sociological approach. The paper finds the Weberian explanation the most compelling one. The implication of such assessment goes beyond the theoretical debate, giving that the way policy-makers and businessmen alike conceive of capitalist dynamics shapes their action.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2170-6443
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.clayton.edu/arts-sciences/departments/social-sciences/ijcsoc/index

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