Os referenciais teóricos dos professores de geografia: uma leitura a partir dos instrumentos de avaliação

dc.creatorCicero Soares da Silva
dc.date.accessioned2019-08-10T22:02:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:07Z
dc.date.available2019-08-10T22:02:06Z
dc.date.issued2003-02-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-85EMMF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProfessores Formação
dc.subjectEducação
dc.subjectGeografia Estudo e ensino 
dc.subject.otherLeitura
dc.subject.otherProfessores de geografia
dc.titleOs referenciais teóricos dos professores de geografia: uma leitura a partir dos instrumentos de avaliação
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rosalina Batista Braga
local.contributor.referee1Lana de Souza Cavalcanti
local.contributor.referee1Luiz Alberto Oliveira Goncalves
local.description.resumoO presente trabalho pretende discutir a prática pedagógica dos professores de eografia da rede estadual em Belo Horizonte. A questão central da pesquisa repousa sobre s nexos explicativos da existência de diferentes conjuntos de procedimentos teórico- etodológicos e programáticos revelados pelos professores de Geografia. O objetivo dorsal, ortanto, consiste em mapear as possíveis diferentes matrizes teóricas estruturantes do zer pedagógjco. A essas matrizes teóricas responsáveis pela arquitetura da prática edagógica iremos chamar de perfil epistemológico. Dentre os pressupostos defendidos está a crença que a formação dos professores é onstituída por um amálgama teórico. Esse amálgama, por sua vez, é composto por três onjuntos de saberes também nomeados perfis epistemológicos que refletem cada uma das stâncias que influenciam o perfil epistemológico dos professores de Geografia. Os saberes ocioeconômico-educacionais (que inclui a trajetória escolar e acadêmica dos professores), os aberes didático-pedagógicos e os saberes disciplinares (no caso da Geografia) compõem as origens das concepções que os professores carregam sobre o ensino-aprendizagem. A metodologia empregada diferencia-se das pesquisas qualitativas do tipo estudo de aso. A natureza da questão levantada e a quantidade expressiva da amostra (100 das 105 scolas da rede estadual em Belo Horizonte e aproximadamente 86% dos professores de eografia), direcionaram o encaminhamento metodológico que, consideradas algumas ferenças, se aproxima das pesquisas do tipo survey. Além de um questionário semi- struturado que possibilitou a construção do perfil socioeconômico-educacional, a pesquisa ontou, ainda, com 104 instrumentos de avaliação (ANEXO IX) desmembrados em 956 uestões cada uma delas traduzidas no formato de descritores. Convertidas em descritores, s questões permitiram a construção dos perfis didático-pedagógico e disciplinar. Uma vez construídos os perfis seguiu-se a definição de quatro categorias de análise no interior do perfil socioeconômico-educacional. Cada uma dessas categorias foi contrastada com os demais perfis (didático-pedagógico e disciplinar) visando a identificação de padrões estatisticamente estáveis de comportamento. Foi possível mapear, ao final da pesquisa, padrões de comportamento teórico- metodológicos (perfis epistemológicos) a partir dos professores de Geografia. O perfil epistemológico dos professores de Geografia, portanto, é composto por diferentes perfis. As categorias de análise, entretanto, revelaram diferentes níveis de influência sobre a prática dos professores. Isso significa que algumas variáveis socioeconômico-acadêmicas e escolares são mais adequadas para explicar as diferentes práticas dos professores de Geografia do que outras.
local.publisher.initialsUFMG

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