Subnotificação e invisibilidade da violência contra a mulher

dc.creatorMirian Conceição Moreira Alcantara
dc.creatorRosemeire Rodrigues de Souza
dc.creatorLeandro Genuir de Assis Caetano
dc.creatorCibelle Ferreira Louzada
dc.creatorAna Raquel Paolinelli Silveira
dc.creatorJacqueline de Oliveira Lima
dc.creatorMarilene Altavina Gouveia
dc.creatorHeliana Conceição de Moura
dc.creatorPalmira de Fátima Bonolo
dc.creatorElza Machado de Melo
dc.date.accessioned2023-07-19T18:10:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:14Z
dc.date.available2023-07-19T18:10:52Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractIntroduction: violence against women is a very serious social problem in Brazil. The law of violence notification (2011) created a strategy to reverse unreported cases and increase health surveillance. Objective: to understand the vision of professionals attending women in situation of violence (WSV) participants in the course on Comprehensive Care for Women in situation of violence - Project for Women, Federal University of Minas Gerais. Methods: interviews were performed using online pre-validated semi-structured questionnaires, from April 2014 to September 2016. It was verified the association between professional training with notification (p≤0.05). Results: the majority of professionals was female (75.2%), aged 20-39 years (66.1%) and had a postgraduate degree (77.2%). Just over half of the workers stated that their workplace have consultation for WSV. Only 38.9% had being trained. About 55% does not notifying the women in situation of violence in their work service. About 41% said they had difficulty completing the notification form. However, 87.3% of participants differentiate between surveillance reporting and criminal reporting. It was found that low training was associated with low notification (p <0.001). Conclusions: in this study it was demonstrated that the invisibility of violence is perpetuated by non-notification. The great challenge is the recognition of violence as a multidisciplinary theme. We emphasize the importance of services with comprehensive care to the WSV and an intersectoral surveillance system with information to bring visibility to this serious health problem in Brazil.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56736
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência contra a mulher
dc.subjectVigilância em saúde pública
dc.subjectColaboração intersetorial
dc.subjectIntegralidade em saúde
dc.subject.otherViolência contra a mulher
dc.subject.otherVigilância em saúde pública
dc.subject.otherAção intersetorial
dc.subject.otherIntegralidade em saúde
dc.titleSubnotificação e invisibilidade da violência contra a mulher
dc.title.alternativeUnreported cases and invisibility of violence against women
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage317
local.citation.issue8
local.citation.spage313
local.citation.volume26
local.description.resumoIntrodução: a violência contra mulheres configura situação pungente de ordem social no Brasil. A Portaria nº 104 de 25 de janeiro de 2011 tornou compulsória a notificação de violência, constituindo estratégia para reverter a subnotificação e ser instrumento de vigilância em saúde. Objetivo: compreender a visão dos profissionais que trabalham com mulheres em situação de violência (MSV) participantes do curso em Atenção à Mulher em Situação de Violência do Projeto Para Elas - Por Elas, Por Eles, Por Nós, Universidade Federal de Minas Gerais. Métodos: entrevista realizada mediante questionários semiestruturados, validados previamente, respondidos online no período de abril de 2014 a setembro de 2016. Verificou-se a associação da capacitação com a notificação (p≤0,05). Resultados: a maioria dos profissionais era do sexo feminino (75,2%), na faixa etária de 20 a 39 anos (66,1%) e possuía pós-graduação (77,2%). Pouco mais da metade (56,1%) dos trabalhadores afirmou que o local onde trabalha atende MSV, sendo que 38,9% foram capacitados e 54,7% não notificam em sua prática laboral. Em torno de 41% afirmaram que têm dificuldades em preencher a ficha de notificação. Entretanto, 87,3% dos participantes diferenciam denúncia de notificação. A baixa capacitação esteve associada a baixa notificação (p<0,001). Conclusões: neste estudo demonstrou-se que a invisibilidade da violência é perpetuada pela não notificação. O grande desafio encontra-se no reconhecimento da violência como um tema multidisciplinar. Destaca-se a importância de serviços com atenção integral para as MSVs e um sistema de vigilância intersetorial com informações para trazer visibilidade a essa grave situação no Brasil.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2744-7139
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.rmmg.org/artigo/detalhes/2170

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