Rompimento de barragens em Mariana e Brumadinho (MG): desastres como meio de acumulação por despossessão

dc.creatorKlemens Augustinus Laschefski
dc.date.accessioned2023-02-09T19:08:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:04:27Z
dc.date.available2023-02-09T19:08:42Z
dc.date.issued2020-06-22
dc.description.abstractThe rupture of two dams in Mariana (MG), 2015, and Brumadinho (MG), 2019, cost hundreds of lives and destroyed most of the Rio Doce and Paraopeba basins. These events are the climax of the disasters that began with environmental licensing and continued with the inefficient management of damage repair, causing even more social suffering. After the disasters, public institutions did not strengthen the regulatory framework but accelerated its flexibilization. As a result, mining companies are able to introduce the culture of neocoronelism into governance systems. In this way, companies have not only strengthened their interests in the face of victims' demands, but also the territorial control in areas affected by disasters through "hidden land grabbing".
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.48075/amb.v2i1.23299
dc.identifier.issn2674-6816
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49836
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragem
dc.subjectDesastres ambientais
dc.subjectMinas e mineração
dc.subjectFundão, Barragem de (MG)
dc.subject.otherBarragem de rejeito
dc.subject.otherDesastre
dc.subject.otherAcumulação por despossessão
dc.subject.otherMineração
dc.subject.otherRompimento de barragem
dc.subject.otherLicenciamento ambiental
dc.titleRompimento de barragens em Mariana e Brumadinho (MG): desastres como meio de acumulação por despossessão
dc.title.alternativeDam breaks in Mariana and Brumadinho (MG): disasters as a means of accumulation by dispossession
dc.title.alternativeDammbrüche in Mariana und Brumadinho (MG): Katastrophen als Mittel zur Akkumulation durch Enteignung
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage143
local.citation.issue1
local.citation.spage98
local.citation.volume2
local.description.resumoA ruptura de duas barragens em Minas Gerais − em Mariana (2015) e em Brumadinho (2019) − custou centenas de vidas e destruiu a maior parte das bacias do Rio Doce e do Rio Paraopeba. Esses eventos são o auge dos desastres, que começaram com o licenciamento ambiental e continuaram com uma ineficiente gestão de reparação de danos, causando ainda mais sofrimento social. Após os desastres, as instituições públicas, além de não fortalecerem o marco regulatório, aceleraram sua flexibilização. Como resultado, as empresas de mineração puderam introduzir a cultura do neocoronelismo nos sistemas de governança, ou seja, não somente fortaleceram seus interesses frente às demandas das vítimas, como também aumentaram o controle territorial das áreas afetadas pelos desastres por meio de "grilagem oculta de terras" (hidden landgrabbing).
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3439-084X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://e-revista.unioeste.br/index.php/ambientes/article/view/23299

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