Gosto geográfico

dc.creatorVirgínia de Lima Palhares
dc.date.accessioned2021-08-03T21:49:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:09Z
dc.date.available2021-08-03T21:49:17Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThe writing presents a reflection on taste from a geographical perspective. The main cohesive element of ideas is taste; here, it is often presented in its metaphorical sense in order to present the Earth as Gaya. It gives us the conditions to look inside our selves and realize our existence on Earth. The current environmental crisis shows a Planet scratched by the bitter taste of greed, which is present in the smooth and soft landscape are lief. In the many ways that the word taste appears, the most frequent relations that come to mind are referring to taste, the Earth, landscape, and experience chosen for this purpose. Noguera, Serres, Agamben and Calvino, among others, were references for this work. In then do the text, I realized that words were combined to get her so as took rate the exact sense that I have been looking for Earth, Always followed by the Dardel’s geography. Thus, I make use of the poetics of the Earth to say that the path of a planet with taste can be deciphered when a human being tastes its skin – landscape – and let the Earth to be vivid
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2237549X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37230
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Geografias
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeografia
dc.subjectTerra (Planeta)
dc.subject.otherGosto
dc.subject.otherTerra
dc.subject.otherGeograficidade
dc.titleGosto geográfico
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage70
local.citation.issueEdição Especial - Sabores Geográficos
local.citation.spage58
local.citation.volume26
local.description.resumoO texto reflete uma escrita sobre o gosto compreendido pelo olhar geográfico. O fio condutor do entrelaçamento das ideias a serem expostas é o gosto; aqui ele se afirma no seu sentido metafórico em alguns momentos para mostrar uma Terra reconhecida como organismo vivo. Ele nos dá a condição de adentrarmos em nós mesmos e percebermos a nossa existência na Terra. Temos, hoje, uma Terra arranhada pelo gosto amargo da ambição, refletida nas doces e suaves ondulações da paisagem. No emaranhado das linhas que perpassam o gosto, são abordados com mais frequência os conceitos de sabor, Terra, paisagem e experiência, escolhidos para a ranhura desta escrita. Noguera, Serres, Agamben, Calvino e outros me acompanharam e orientaram durante o traçado do texto. Ao término, percebi que as palavras se juntam a outras para produzir o sentido que busco para a Terra, sempre acompanhada pela geograficidade dardeliana. Assim, recorro à poética para dizer que o caminho para uma Terra com gosto pode ser decifrado quando a pessoa humana saborear a sua pele – paisagem – e deixar a Terra ser Terra, viva.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/geografias/article/view/15376

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