Antilira do eu, anteverso da morte, antiode de amor: subjetividade, finitude e erotismo na poesia de João Cabral de Melo Neto

dc.creatorSérgio Roberto Gomide Filho
dc.date.accessioned2019-08-13T11:29:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:04:27Z
dc.date.available2019-08-13T11:29:17Z
dc.date.issued2014-04-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9J6H72
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMorte na literatura
dc.subjectErotismo na literatura
dc.subjectMelo Neto, João Cabral de, 1920-1999 Crítica e interpretação
dc.subjectPoesia brasileira História e crítica
dc.subjectSubjetividade na literatura
dc.subject.otherJoão Cabral de Melo Neto
dc.subject.othermorte
dc.subject.othererotismo
dc.subject.otherpoesia brasileira
dc.subject.othersubjetividade
dc.titleAntilira do eu, anteverso da morte, antiode de amor: subjetividade, finitude e erotismo na poesia de João Cabral de Melo Neto
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
local.contributor.referee1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.referee1Roniere Silva Menezes
local.contributor.referee1Alexandre Rodrigues da Costa
local.contributor.referee1Rodrigo Garcia Barbosa
local.description.resumoEsta tese propõe um estudo das figurações da subjetividade, da morte e do erotismo na poesia de João Cabral de Melo Neto. A partir das especificidades e da interdependência que tais figurações estabelecem entre si, o objetivo é demonstrar que sujeito, morte e erotismo, mais do que simples eixos temáticos, são instâncias constitutivas do fazer poético cabralino. Para isso, em um primeiro momento, investiga-se de que modo os diversos recursos de dessubjetivação presentes no ideário estético de João Cabral atuam como mecanismos de subjetivação, pelos quais se dá a emergência negativa do sujeito no poema. Em seguida, a investigação volta-se para as questões que a morte suscita na poesia cabralina e que vão desde a autonomia do texto até a problemática existencial nele dissimulada, passando pela questão das imagens de si, da referência à realidade concreta, da temática sertaneja e do estabelecimento da pedra como modelo de poética em clara contraposição à finitude. Propõe-se, também, uma investigação do erotismo na obra de João Cabral, buscando evidenciar as novas possibilidades de leitura e interpretação que se configuram quando se considera a mútua constituição entre erotismo, subjetividade e morte. Nesse sentido, postulando a faca como imagem paradigmática do erótico na poesia cabralina, a tese examina as representações do feminino e da passionalidade, sobretudo aquelas ancoradas no espaço andaluz, para, em seguida, analisar de que modo não somente a morte e a subjetividade, mas outros elementos basilares do fazer poético de João Cabral podem ser ressignificados à luz das questões que o erotismo instaura.
local.publisher.initialsUFMG

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